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Chega de desrespeito: Profissionais do IPT deliberam por Dissídio Coletivo de Greve

Dirigente sindical e profissional do IPT, Régis Norberto Carvalho conduz assembleia na sede do IPT (Foto: Divulgação) Dirigente sindical e profissional do IPT, Régis Norberto Carvalho conduz assembleia na sede do IPT (Foto: Divulgação)

Com expressiva participação dos trabalhadores e trabalhadoras do IPT, a assembleia realizada na manhã desta segunda-feira, dia 16, deliberou pela instauração de Dissídio Coletivo de Greve. Com a decisão, foi decretado Estado de Greve até o dia 24 de setembro. Caso a situação não seja resolvida nesse período, os funcionários paralisarão suas atividades.

Manifestando toda sua indignação com a postura do governo estadual, que se nega a aplicar um reajuste já acordado entre as partes, os profissionais do instituto deixaram claro que não aceitarão esse tipo de postura e tratamento. Seguindo a decisão da assembleia, o SINTPq está neste momento encaminhando as medidas jurídicas necessárias para o dissídio junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

A expectativa do sindicato é de que uma audiência de conciliação seja marcada antes da greve. Nessa audiência, a questão poderia ser resolvida sem a necessidade de paralisação das atividades, basta que o IPT e o governo estadual estejam dispostos a cumprir o que foi negociado.

Você, trabalhador ou trabalhadora do IPT, certamente aprendeu com seus pais a cumprir sua palavra, ainda mais quando ela está em um documento assinado. Como diz a frase popular, “o combinado não sai caro”. Entretanto, o governo estadual e o governador João Doria parecem não compartilhar desses valores, pois negam um acordo que foi negociado seguindo suas próprias diretrizes.

Não aceite ser feito de bobo por esse governo.* Se os reajustes não forem pagos, a solução é uma só: Greve e muita luta! Não é só a recomposição salarial que está em jogo, é o respeito aos profissionais do IPT.

 

 

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