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SINTPq busca negociação do teletrabalho; confira a orientação sobre o comunicado da Amazul

O SINTPq foi informado de que a Amazul, através das chefias, está encaminhando e-mails consultando a adesão ao teletrabalho. De acordo com o comunicado, os trabalhadores que concordarem com essa modalidade devem enviar resposta formalizando a adesão e, consequentemente, abrindo mão do adicional de periculosidade (30%). Diante dessa situação, o sindicato é claro em sua orientação: não cabe ao trabalhador abrir mão da sua periculosidade, que já faz parte do seu orçamento, portanto não concorde com esta condição, isso é uma responsabilidade da Amazul.

Para a implementação do teletrabalho, há uma série de fatores que a empresa precisa esclarecer previamente. Entre elas estão:

•  Como ficará a jornada em teletrabalho?
•  Haverá compensação aos trabalhadores por utilizarem recursos e equipamentos próprios?
•  A empresa fornecerá computador, celular profissional e outros recursos necessários?
•  Como será tratada a questão da segurança da informação?

Todos os itens levantados acima precisam ser discutidos previamente e o SINTPq encaminhará ofício cobrando a abertura de diálogo sobre o tema.

Outro ponto que precisa ser tratado é a segurança no retorno ao trabalho. A Amazul precisa tomar uma série de medidas de segurança, como fornecimento de EPI’s e álcool gel, além de medidas preventivas sugeridas pelas autoridades de saúde. Todas essas questões também serão questionadas pelo SINTPq.

A direção do sindicato já está buscando contato com a Amazul. Até lá, não concorde com condições impostas unilateralmente. Os trabalhadores e trabalhadoras podem contar com o SINTPq nesta luta.

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