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Profissionais da Amazul definem reivindicações para a campanha salarial 2019

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Na última semana, assembleias em São Paulo e Iperó, nos dias 10 e 14, definiram as reivindicações dos funcionários para a campanha salarial 2019. Em função da decisão judicial, que garantiu a validade das cláusulas sociais por dois anos, a discussão para a pauta se concentrou nas questões econômicas. Dessa forma, os itens deliberados foram:

  • • Reajuste conforme IPCA + 3% de ganho real nos salários e benefícios;
  • • Pagamento do vale refeição na forma de ticket (cartão);
  • • Vale alimentação no valor de R$ 600,00;
  • • 13º no vale alimentação;
  • • Contribuição negocial de 4%, dividida em quatro parcelas de 1%, a contar após a aprovação do acordo coletivo e com possibilidade de recusa individual;
  • • Ultratividade do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), garantindo sua validade até que um novo seja assinado;

Outras demandas foram debatidas e serão discutidas na comissão de negociação permanente, formada entre sindicato e Amazul. Agora, a pauta de reivindicações será encaminhada à empresa para que as negociações tenham início.

Reunião com a Amazul sinaliza nova dinâmica nas relações

No dia 5 de setembro, uma reunião entre SINTPq e Amazul foi realizada em São Paulo. Representando o sindicato, estiveram presentes os diretores Alex Sander Zok, Rafael Barreto, Vanessa Cirilo e Cleber Cordovil, todos trabalhadores da Amazul, além dos dirigentes sindicais José Paulo Porsani, Régis Norberto e Márcio Martins. Da parte da empresa, participaram o presidente Almirante Zanella, o vice-almirante Luís Antônio Rodrigues Hecht, novo diretor de Gestão do Conhecimento e Pessoas, e o Sr. Sérgio Figueiredo.

O encontro teve como objetivo conhecer os novos dirigentes sindicais da Amazul, além de iniciar discussões sobre as relações e o ambiente de trabalho.

A situação do PAMSE foi tratada na reunião e uma nova conversa foi agendada para o dia 26 de setembro. O sindicato já solicitou à empresa uma série de informações sobre o plano para que seja feita uma melhor avaliação do cenário e de possíveis alternativas.

A reunião também estabeleceu uma comissão de negociação permanente, com a qual o debate sobre as condições de trabalho não estará mais limitado ao período das campanhas salariais. O vice-almirante Hecht se colocou à disposição para dialogar, o que favorece a construção de melhores relações de trabalho.

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Cesta básica e contribuição negocial: Esclarecimentos do SINTPq sobre o comunicado da FIPT

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O SINTPq, assim como os trabalhadores da FIPT, foi pego de surpresa com o comunicado da Fundação, datado erroneamente em 5 de agosto, uma vez que foi disponibilizado no dia 5 de setembro. Vamos aos pontos:

BENEFÍCIO CESTA BÁSICA

A primeira parte do referido comunicado faz menção à nova prática adotada pela FIPT no pagamento do benefício cesta básica, a partir do mês 09/2018, por meio de crédito no cartão BIQ Benefícios.

Não há nenhuma ilegalidade nesta nova prática. Entretanto, a FIPT deveria ter alertado com antecedência os trabalhadores que adotaria o crédito em cartão, e não mais em dinheiro. Dessa forma, os profissionais poderiam se programar, sem serem pegos de surpresa, uma vez que esse dinheiro já fazia parte do planejamento financeiro de muitas famílias FIPTeanas.

CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL

No mesmo comunicado, a FIPT traz orientações sobre a contribuição sindical. Durante o processo negocial, ficou acertado que Sindicato e Fundação sentariam para elaborar um documento único de concordância, ou oposição, à contribuição negocial aprovada na assembleia de construção da Pauta de Reivindicações e referendada na subsequente, que aprovou a proposta negociada entre o Sindicato e a FIPT.

Esta conversa está em andamento e cabe ressaltar que a proposta do Sindicato da referida Taxa Negocial foi pensada em alternativa a não mais existência da Contribuição Sindical Obrigatória, aquele dia de trabalho que até 2017 era descontado compulsoriamente de todos os trabalhadores, o que, em valores absolutos, representa exatamente 3,3%.

A reforma trabalhista trará cada vez mais dificuldades na relação capital-trabalho e o lado mais fraco dessa relação, os trabalhadores, sairão perdendo caso não tinham quem os represente e defenda, papel este cumprido pelos sindicatos idôneos.

O SINTPq, desde que começou a representar os trabalhadores da FIPT, tem conseguido conquistas importantes e nosso trabalho só conseguirá se manter e avançar se os trabalhadores se filiarem e entenderem a importância da representação sindical e sua sustentabilidade financeira.

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