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Amazul: Reunião pré-processual no TRT é marcada para quarta-feira

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Atendendo à solicitação do SINTPq, o Tribunal Regional do Trabalho agendou uma reunião pré-processual para a próxima quarta-feira, dia 24. A conversa acontece a partir das 14h30, na sede do Tribunal, em São Paulo.

O objetivo do encontro é buscar alternativas para a campanha salarial por meio da negociação entre as partes, contando com a mediação do TRT. O sindicato espera que empresa e governo mudem suas respectivas posturas e sejam capazes de construir um acordo, evitando novas mobilizações e greves.

Após a reunião, os funcionários e funcionárias serão informados dos resultados e nova assembleia deverá ser convocada.

Confira a resposta do TRT:

Conforme contato telefônico com o SINDICATO DOS TRABALHADORES EM ATIVIDADES (DIRETAS E INDIRETAS) DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE CAMPINAS E REGIÃO - SINTPQ, na pessoa do Dr. Márcio Cremasco, informamos que o Documento Pré-Processual protocolado em 05/04/2019, foi registrado sob nº 650/2019, podendo seu andamento ser consultado no sítio deste E. TRT no seguinte endereço: https://aplicacoes8.trtsp.jus.br/flupp/public/

Reiteramos, ainda, que a reunião ocorrerá no dia 24/04/2019, às 14h30, no Edifício sede deste Regional, situado na Rua da Consolação, nº 1272, 1º andar.

Att.,
Murilo Elmer
Analista Judiciário – Área Judiciária
Seção Especializada em Dissídios Coletivos

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Campanha salarial: Amazul e governo desperdiçam oportunidade dada pelos trabalhadores

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Em reunião nesta tarde, a direção da Amazul informou que foi notificada pela Advocacia Geral da União (AGU) sobre uma determinação ainda do governo Temer, de agosto de 2018, que proíbe reajustes nos benefícios das empresas estatais. Com isso, a contraproposta apresentada seguirá com 1,2% de reajuste salarial, mas com 0% nos benefícios.

Essa ridícula situação expõe a atual confusão vivenciada pelo governo, que verificou a mencionada determinação depois de já ter apresentado suas condições. Caso os trabalhadores tivessem aprovado a última contraproposta, neste momento estariam sendo informados de que não receberiam mais reajuste em seus benefícios.

Se algumas pessoas acreditavam que, dando-se mais tempo para a empresa, as condições oferecidas seriam melhoradas, ficou claro que não há mais o que esperar. Portanto, não restam opções, ou os funcionários se unem e iniciam um movimento expressivo, capaz de iniciar outro processo de dissídio coletivo, ou se conformam e aceitam esse tratamento desrespeitoso do governo, que sequer cumpre com a própria palavra.

Sobre o período paralisado na semana passada, de um dia e meio, a empresa afirmou que as horas não serão descontadas. Entretanto, deverão ser compensadas durante o ano. Nos próximos dias, o SINTPq convocará assembleias para discutir os rumos da campanha salarial com os funcionários e funcionárias.

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