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SINTPq e movimento sindical integram Semana de Orgulho e Resistência LGBTQI+

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No próximo domingo, dia 28 de junho, será celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBT. Para fortalecer o debate promovido por essa importante data, o SINTPq apoia a Semana de Orgulho e Resistência LGBTQI+ promovida por 26 entidades de todo o País, entre elas a Central Única dos Trabalhadores. Iniciada na terça-feira (23), a atividade promove debates e shows transmitidos ao vivo pela internet, que terminam só no domingo.

Temas como o mundo do trabalho, saúde, transexualidade e papel do Estado na garantia de direitos para a população LGBTQI+ estarão na agenda. Além disso, a atividade abordará a conjuntura política diante dos intensos ataques à democracia e retrocessos nos direitos humanos, terá atrações culturais, tuitaço nas redes e o lançamento do Conselho Nacional Popular LGBTQI+. As ações serão transmitidas nas redes sociais da CUT e das demais entidades participantes. O SINTPq também compartilhará as lives em sua página no Facebook.

O papel do SINTPq nessa luta

Desde 2015, o sindicato luta para incluir e manter em todos os acordos coletivos da categoria uma cláusula para que os benefícios concedidos aos cônjuges também sejam garantidos aos casais homoafetivos. O SINTPq entende que uniões heteroafetivas e homoafetivas devem ter tratamento igualitário pelas empresas.

Os recentes debates e decisões judiciais a respeito dessa ampliação de direitos deixam claro que não há mais espaço para discriminações pautadas na orientação sexual do trabalhador. O SINTPq espera seguir contando com a ajuda dos trabalhadores de sua base nessa luta. Com o apoio de todos, será possível garantir uma categoria mais igualitária e inclusiva.

Semana de Orgulho e Resistência LGBTQI+

As atividades serão transmitidas nas redes sociais da CUT e das demais entidades participantes. As 26 organizações responsáveis pela semana contam com ABEH, ABGLT, ABL, ABRAI, ANTRA, ARGAY, ARTJOVEM LGBT, CANDACE, CFP, CMP, CNTE, CUT, FONATRANS, LBL, LEVANTE POPULAR DA JUVENTUDE, MÃES PELA DIVERSIDADE, MST, OAB, REDE AFRO LGBT, REDE GAY BRASIL, REDE SAPATÁ, UBES, UNE E COLETIVO BISIBILIDADE, DISTRITO DRAG, SSEX BBOX, Rede lesb Brasil e Rede Sapata.

Programação

23 de junho

  • • Transexualidade e não binaridade de gênero - 10:30h
  • • História do Orgulho LGBTQI+ - 15:00h

24 de junho

  • • Saúde LGBTQI+, sexualidade e envelhecimento saudável - 10:30h
  • • Desafios e a resistência da juventude LGBTQI+ - 14:00h
  • • Orgulho e Resistência LGBTQI+ e o avanço do conservadorismo nas américas - 18:00h

25 de junho

  • • LGBTQI+ e o mundo do trabalho - 10:30h
  • • Resistência bissexual e lésbica, e o feminismo contra o neofacismo - 15:00h

26 de junho

  • • LGBTI+ direito à cidade, território e a diversidade - 10:30h/12:15h
  • • Travestilizando - 13:00h/20:30h, nas redes da Antra

27 de junho

  • • O papel do estado na garantia de direitos da população LGBTQI+ - 10:30h
  • • Negritude LGBTQI+ em evidência e resistência - 14:30h/16:00h
  • • Traviarcado – fonatrans - 16:00h, nas redes da fonatrans
  • • Projeção mapeada – 21:00h

Na noite do sábado, 27 de junho, ocuparemos as paredes públicas de várias cidades do Brasil com mensagens urgentes para nossos movimentos LGBTQI+, entre imagens, frases e gifs que exponham e dialoguem sobre nossas vivências e existências.

28 de junho

  • • Tuitaço – 14:00h
  • • Lançamento do conselho nacional popular lgbti+ - 15:00h
  • • Ato cultural – 16:00h
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SindCast #23 debate mudanças no tempo de contribuição e o futuro da previdência

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As novas exigências da idade mínima e tempo de contribuição afetam todos os trabalhadores que ainda não se aposentaram, sejam eles jovens ou mais velhos. Como fica a situação da previdência a partir de agora? Essas mudanças podem afastar os jovens da previdência social? Os planos privados são uma boa opção? No episódio de hoje, o advogado trabalhista e parceiro do SINTPq, José Antônio Cremasco, e o presidente do sindicato, José Paulo Porsani, esclarecem essas e outras dúvidas a respeito da previdência. Confira no episódio esse importante debate e envie suas dúvidas e sugestões para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

 

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SindCast #22 tira dúvidas sobre o congelamento salarial no serviço público

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Depois do congelamento salarial no setor público ter sido aprovado pelo presidente Jair Bolsonaro, diversas dúvidas surgiram entre esses trabalhadores. Como ficarão as negociações coletivas anuais? Existem brechas no congelamento? Empregados públicos também serão afetados? O episódio #22 do SindCast é dedicado a sanar essas questões e esclarecer diversos pontos. Para ajudar, convidamos Régis Carvalho Norberto, diretor do SINTPq e empregado público no Instituto de Pesquisas Tecnológicas, e a advogada trabalhista Thais Cremasco. Confira o episódio para saber mais sobre os impactos dessa medida e envie suas dúvidas e comentários para o email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

 

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O papel do SINTPq e de cada um de nós no combate ao racismo

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A revolta causada pelo assassinato de George Floyd, um homem negro de 46 anos que morreu ao ser asfixiado por um policial branco no dia 25 de maio em Minnesota, nos Estados Unidos, segue gerando protestos ao redor do mundo. Juntamente com as manifestações nas ruas, movimentos como o #VidasNegrasImportam (#BlackLivesMatter) estão colocando a questão racial em evidência na mídia e nas redes sociais.

No Brasil, casos de violência policial contra a população negra também são constantes. A mais recente vítima foi o menino João Pedro, morto em operação policial no Rio de Janeiro. De acordo com o Atlas da Violência 2017, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), de cada 100 pessoas assassinadas no Brasil, 71 são negras.

Ainda segundo o Atlas, os negros possuem chances 23,5% maiores de serem assassinados em relação a brasileiros de outras raças, já descontado o efeito da idade, escolaridade, do sexo, estado civil e bairro de residência.

Como podemos combater essa realidade?

Superar o racismo estrutural está longe de ser uma tarefa fácil. Entretanto, cada um pode contribuir de alguma forma, independentemente de sua raça ou etnia. Apoiar as ações e protestos antirracistas no seu cotidiano e nas suas redes sociais é um passo importante. Também é fundamental dialogar com as pessoas ao seu redor, explicando os efeitos do racismo e a necessidade de combate-lo.

Existem diversos coletivos e iniciativas de combate ao racismo. Entrando em contato com elas é possível saber mais sobre a questão racial, se informar sobre as ações realizadas e conhecer novas formas de contribuir com essa luta. Como diz a ativista Angela Davis, não basta não ser racista, é preciso ser antirracista.

SINTPq na luta contra o racismo

A pauta do combate ao racismo está sempre presente na atuação do sindicato. A direção da entidade participa presencialmente de manifestações, apoia movimentos e iniciativas relacionadas à causa e aborda o tema constantemente em seus canais de comunicação.

Os diretores do SINTPq, Alex Zok e Filó Santos, são militantes do movimento negro e atuam diariamente nessa luta, dentro e fora do sindicato. Para enriquecer essa publicação, a diretoria Filó Santos compartilhou importantes palavras sobre o tema. Confira a seguir e, caso queira fortalecer essa luta, entre em contato e converse com o sindicato.

Desde a chegada do primeiro navio negreiro trazendo escravos para o Brasil, a comunidade negra resiste as mais cruéis agressões e ofensas, oriundas de um racismo estrutural. Foram séculos de luta e muitos atos de resistência, sempre com cada um se descobrindo na beleza e no orgulho de ser preto. Se descobrindo na riqueza da cultura e da religião afro. Se descobrindo na consciência e no entendimento de que a mudança só virá pela força e resistência da comunidade negra, sem recuo, sem arrego, até que se consolide que as vidas negras importam, até que se tenha a certeza que nenhum corpo negro tombará vítima do racismo.

Filó Santos
Diretora do SINTPq

SindCast

O episódio #12 do SindCast abordou o preconceito e a questão racial no mercado de trabalho. Para enriquecer esse debate, o programa contou com a participação da diretora sindical Filó Santos e de Silvio Matheus Alves Santos, doutor em sociologia pela USP. Em sua tese de doutorado, Silvio pesquisou o ambiente de trabalho e seus processos de discriminação em redes Fast Fashion (grandes lojas de roupas como Renner e C&A). Confira o episódio e envie seus comentários.

 

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Brasil tem domingo marcado por atos pela democracia e contra bandeiras neofascistas

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O domingo (31) foi marcado por protestos em pelo menos cinco cidades brasileiras, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre, apesar da pandemia do novo coronavírus e com o país se tornando o epicentro da contaminação pela Covid-19, com quase 30 mil mortes pela doença.

O que levou a maioria das pessoas a protestar nas ruas foi o avanço da pauta fascista e antidemocrática dos seguidores do presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL), que querem o fechamento do Congresso Nacional e até do Supremo Tribunal Federal (STF). Em grupos menores, os defensores da pauta de Bolsonaro levaram suas bandeiras fascistas e provocaram confrontos pelo menos em São Paulo e no Rio.

Na capital paulista, de um lado da Avenida Paulista, a defesa da democracia e do outro lado manifestantes com bandeiras neofascistas. O tratamento desigual dado pela Polícia Militar, que protegeu os apoiadores de Bolsonaro e dispersou o grupo que defendia a democracia com bombas de efeito moral, gerou polêmica e foi criticado por defensores dos direitos humanos e advogados. Muitos desistiram e voltaram para casa embaixo de uma chuva de bombas e gás lacrimogênio. Do outro lado, os fascistas ganharam até abraço dos policiais, mesmo portando arma branca.

Torcedores do Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, além de outros grupos, de forma pacifica, com máscaras, vestidos de preto e segurando bandeiras em defesa da vida, da democracia e antifascista, ocuparam o vão livre do Masp, na Av.Paulista, caminhavam pela avenida gritando coias como “democracia” e “ô, ô, ô, ditadura acabou”.

Separados inicialmente por um cordão policial, na mesma avenida, em frente a Fiesp, um grupo bem menor em defesa de Bolsonaro estava com bandeiras em defesa da intervenção militar, exibindo símbolos neofascistas e criticavam o Congresso e o STF.

“As bandeiras que vimos neste domingo são totalmente opostas. Enquanto uns se colocam como neofascistas, que é uma minoria que segue o "líder" para instaurar regime autoritário, repressivo aos que pensam diferente. Outros saíram às ruas para defender a democracia, no qual o poder emana do povo e é a vontade da maioria, que hoje é 70% contra o Bolsonaro”, explica o professor de história e ex-dirigente da CUT, Júlio Turra.

Outras manifestações estão sendo convocadas para o próximo domingo (7).

Confronto

As bandeiras opostas podem ter sido os motivos da confusão entre os grupos, duas horas depois do começo dos protestos.

Segundo a fotojornalista Thaís Haliski, em entrevista a UOL, membros do grupo bolsonarista começaram a andar várias vezes até o MASP para provocar e xingar de vagabundos e de outras coisas aqueles que participavam do outro ato. Ela testemunhou a poucos metros o começo da briga e a violência da Polícia Militar para um dos lados, que inclusive quase a machucou.

Uma mulher de máscara da bandeira americana e com um taco de beisebol na mão no qual se lia "rivotril" inflamou mais ainda a confusão, segundo, o jornalista Fernando Tadeu Moraes, editorialista da Folha, narrou para uma matéria do jornal.

De folga, ele passou pelo local no momento da confusão e disse que policiais cercaram a mulher e começaram a conduzi-la abraçada para o outro lado. Embora mantendo certa distância, um grupo de torcedores começou a ir na mesma direção o que fez a polícia reagir imediatamente com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha o que fez dispersar a manifestação.

Protestos e confronto também aconteceram no RJ

Logo pela manhã do domingo, no Rio de Janeiro, grupos pró e contra Bolsonaro ficaram frente a frente na praia de Copacabana. Os bolsonaristas criticavam o STF e o Congresso e pediam o impeachment do governador Wilson Witzel (PSC).

O outro grupo, que se apresentava como antifascista, eram os membros da torcida organizada Fla Antifa, do Flamengo, que participaram das manifestações.

A Polícia Militar do estado usou bombas de gás para dispersar os manifestantes, mas um flagrante da Globo News também mostrou a desigualdade de tratamento. Um manifestante desarmado e descalço, que estava em frente ao Palácio Guanabara e participava de um ato "Vidas negras importam", teve um fuzil apontado para sua cabeça pela PM.

Brasília

Apoiadores de Bolsonaro também fizeram uma manifestação na manhã do domingo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra o STF e o Congresso Nacional.

Bolsonaro sobrevoou o ato, depois se aproximou sem máscaras e até segurou um criança no colo.

Imagens transmitidas por vários telejornais mostraram que ele ainda andou a cavalo durante a manifestação e ficou por cerca de 25 minutos no local e dirigiu-se ao Palácio do Planalto, antes de retornar ao Palácio da Alvorada.

Ele não comentou em nenhum momento sobre mortes e casos de covid-19 no país, que só tem aumentado.

Outras capitais

Em Belo Horizonte também atos a favor e contra Bolsonaro. Torcedores de clubes mineiros e membros de grupos “antifacistas” se manifestaram contra o governo Bolsonaro caminhando pela capital mineira com cartazes que carregavam os dizeres “Fora Bolsonaro”.

Já os apoiadores de presidente percorreram as principais avenidas da cidade de carro, fazendo um buzinaço e carregando bandeiras do país. O grupo também gritava palavras de ordem contra o STF (Supremo Tribunal Federal).

Em Porto Alegre, pelo terceiro domingo consecutivo, o Centro Histórico da capital gaúcha foi palco de uma manifestação em defesa da democracia, contra o fascismo e o governo de Jair Bolsonaro. Os atos vêm ocorrendo na rua dos Andradas, perto da rua General Bento Martins, onde está sediado o Comando Militar do Sul, que se tornou um centro de peregrinação para apoiadores de Bolsonaro que defendem um golpe militar no país, segundo o Portal Sul21.

Movimento 70% contra Bolsonaro cresce nas redes

Durante todo o fim de semana, um movimento chamado “70% contra Bolsonaro” cresceu nas redes, se referindo a maioria da população que é contra o governo.

O movimento ganhou até famosos como adeptos e foi um dos assuntos mais falado no Twitter este fim de semana. “Somos 70% contra Bolsonaro” procura mostrar que os apoiadores de Bolsonaro são minoria.

 

por Redação - Central Única dos Trabalhadores.

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Agora ameaçado, Judiciário deixou passar muitos ataques via fake news, diz juíza

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Diversos ataques foram disparados contra as instituições do país, nesta quarta-feira (27), depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), quebrar o sigilo fiscal de grupos responsáveis por financiar e disseminar as fake news.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, fez ameaças e disse que haverá uma ruptura democrática no país, em breve. Para a juíza Raquel Braga, da Associação de Juízes para Democracia (AJD), o momento é muito grave. Mas só alcançou esse patamar por omissão do Judiciário.

“As instituições erraram ao deixar tantas fake news e ingerências do presidente passarem. Deixaram a corda esticar demais e, agora, vemos a necessidade de preservar as instituições. O Bolsonaro não se mantém dentro das regras constitucionais, ele é baseado em ações ilícitas”, alertou ela, em entrevista à Rádio Brasil Atual.

Na ação de ontem, Moraes incluiu parte do período da campanha eleitoral de 2018 ao determinar a quebra dos sigilos. Para Raquel, a ação é acertada, já que ataques a adversário através das fake news mancharam o processo eleitoral daquele ano.

Raquel Braga lembra que o processo não representa ataques ao direito de expressão. “Houve uma permissividade com todo o ódio destilado por essas pessoas. Desde apologia a tortura até difamações contra adversários políticos. Fake news não é liberdade de expressão. Difamar, incitar ódio ou defender a ditadura é crime, não é uma liberdade individual”, acrescentou.

Investigação

Os mandados de busca e apreensão, ontem, tiveram empresários e blogueiros bolsonaristas como alvos. O Luciano Hang, dono da Havan, foi apontado como um dos financiadores dos disparos em massa de fake news desde antes das eleições de 2018.

O ex-deputado Roberto Jefferson, condenado por corrupção, o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP) e os blogueiros Allan dos Santos e Sara Winter também estão entre os investigados. Sara Winter é uma das lideranças do acampamento golpista “300 do Brasil” instalado na Esplanada dos Ministérios.

A ação deixou o Bolsonaro e seus filhos preocupados. Segundo a Folha de S.Paulo, O presidente relatou a aliados um temor de que seu filho Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), vereador no Rio, torne-se o próximo alvo das investigações.

CPMI das Fake News

Mesmo com a paralisação da CPMI das Fake News no Congresso Nacional, devido à pandemia de covid-19, as investigações da comissão apontam ligação de Eduardo Bolsonaro com rede de fake news. Em abril, o próprio deputado solicitou a paralisação da investigação, mas o ministro do STF Gilmar Mendes negou.

A comissão investiga o uso de perfis falsos para influenciar o processo eleitoral de 2018 e já ouviu funcionários de empresas responsáveis por realizar disparos em massa no Whatsapp, durante as eleições de 2018.

Além do processo que corre no Congresso, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (Republicanos), irmão de Eduardo, é investigado pela Polícia Federal pela suspeita de ser articulador do “Gabinete do Ódio”, responsável pela propagação de notícias falsas, segundo o jornal Folha de S.Paulo.

por Redação Rede Brasil Atual

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Setor de ciência, tecnologia e inovação se mobiliza contra ataques do governo

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Enquanto os números da pandemia do coronavírus atingem picos alarmantes em todo o Brasil, a comunidade científica brasileira, além de se mobilizar contra o coronavírus, permanece alerta para defender o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) dos ataques incessantes promovidos pelo governo federal.

Mais do que negar as recomendações científicas sobre a necessidade do isolamento social para conter a propagação da doença, o presidente Jair Bolsonaro sinaliza seu desprezo pela ciência ao promover uma política de sucateamento das agências e fundos de fomento do setor, assim como das universidades e institutos de pesquisa.

Para desagrado das principais entidades representativas da comunidade científica, o CNPq decidiu restringir seus Programas de Bolsas de Iniciação científica a setores considerados pelo governo Bolsonaro como Áreas de Tecnologias Prioritárias. Isso inclui no programa de bolsas itens como Indústria Espacial, Indústria Nuclear e Segurança de Fronteira, entre outros, em detrimento de toda a área do conhecimento ligada às ciências humanas e artísticas, por exemplo.

“Um ponto significativo na evolução da pesquisa científica brasileira foi o surgimento da pós-graduação na década de 1960. Hoje temos cerca de quatro mil cursos espalhados pelo país e boa parte da pesquisa brasileira vem daí. Então, a pós-graduação certamente tem que ser valorizada e aprimorada. Não podemos de maneira nenhuma desmontar um processo que foi uma construção de décadas feita por muitos brasileiros e com recursos públicos”, diz Lineu Moreira, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

O presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC) Luiz Davidovich também pede a valorização do setor de pesquisa nacional. “Claro que é importante ter prioridades, mas você não pode interromper o financiamento da pesquisa básica nem desvalorizá-la. Travamos uma batalha junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações pelo reconhecimento do papel da pesquisa básica”, diz.

ABC, SBPC e outras entidades que organizaram há alguns dias a Marcha Pela Ciência, realizada este ano em um inovador formato virtual, temem agora por uma nova tentativa de corte nas bolsas de fomento à pesquisa por parte do governo, repetindo-se a tentativa de setembro do ano passado.

“Naquela ocasião conseguimos junto ao presidente da Câmara dos Deputados que uma pequena parcela daquele fundo da Lava Jato se destinasse ao CNPq. Assim conseguimos evitar em interrupção de mais de 80 mil bolsas. Foi um passo importante, mas novos ataques virão”, afirma o ex-deputado federal Celso Pansera, que foi ministro da Ciência e Tecnologia no governo de Dilma Rousseff e hoje integra o comitê-executivo da Iniciativa para a Ciência e Tecnologia no Parlamento (ICTP.br).

“A obtenção dos recursos para pagar as bolsas no ano passado foi um problema que nós conseguimos com um esforço grande segurar no Congresso. Mas, este ano a gente tem um investimento do CNPq ainda muito aquém do que precisava, por exemplo, para o fomento e o lançamento de editais de apoio a pesquisadores de diversas áreas do conhecimento”, diz Lineu Moreira. O presidente da SBPC cobra do governo respeito às leis do país: “A Constituição brasileira diz que pesquisa científica básica e tecnológica é dever do Estado, é prioridade. Queremos que a legislação brasileira seja cumprida no que diz respeito à ciência e à tecnologia”.

Iniciativa

Lançada em maio do ano passado com o objetivo de criar um observatório das ações do Parlamento, a ICTP.br tem um comitê executivo formado por ABC, SBPC, Andifes, Conif, Confies, Confap, Confict e Fórum dos Secretários Municipais de Inovação. Neste primeiro ano de existência, a entidade vem atuando intensamente no Congresso Nacional.

“Nosso primeiro embate foi contra a tentativa de o governo federal, por meio de uma Medida Provisória, transferir a secretaria-executiva do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia (FNDCT) para o MCTI, tirando-a da Finep, que tem uma história importante na ciência brasileira e na inovação. Conseguimos com uma emenda retirar o dispositivo que centralizava ainda mais a gestão desse fundo que está com mais de 90% de seus recursos contingenciados”, conta Celso Pansera.

“Conseguimos convencer senadores de todos os partidos de que é um absurdo o fechamento de um fundo que é essencial para a CT&I, já que a maior parte dele é destinada, ou deveria ser, à subvenção econômica e a programas de estímulo à inovação nas pequenas e médias empresas e na infraestrutura das universidades. Historicamente, vários setores como o aeronáutico, a agropecuária e o de petróleo e gás tiveram recursos fundamentais provenientes desse fundo. Defendemos fortemente que o FNDCT não somente seja mantido, mas que seus recursos sejam usados na finalidade para qual o fundo foi criado”, aponta Lineu Moreira.

Pauta regressiva

Pansera classifica como “extremamente regressiva” a pauta do governo no Parlamento no que diz respeito ao setor de CT&I. “Nós do ICTP.br só estamos conseguindo ter uma atuação defensiva. Não estamos conseguindo melhorar as coisas porque o governo tem se esmerado em inciativas e projetos de lei que vêm tirar ainda mais os recursos e a autonomia do setor de ciência, dos institutos e das universidades no que tange a produção de conhecimento em ciência no Brasil.”

O enfrentamento do país ao coronavírus, segundo o ex-ministro, não fez com que o governo Bolsonaro interrompesse o processo de desmonte do setor científico e tecnológico: “A PEC 915, por exemplo, permite que patrimônios imobilizados das universidades sejam transferidos para a SPU para irem a leilão. Descobrimos isso há poucos dias porque alguns parlamentares apresentaram destaque. Estamos atuando para que não aconteça mais esse ataque às universidades”.

“Além disso, esta semana tivemos que atuar para evitar a redução dos salários dos professores universitários e servidores das universidades. Conseguimos retirar isso do congelamento salarial, mas a ideia inicial do governo era reduzir os salários mesmo diante da crise econômica que o país vive”, diz Pansera.

por Redação - Rede Brasil Atual

 

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SINTPq participa da Marcha Virtual pela Ciência com live no dia 07/05

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Na quinta-feira, dia 7 de maio, acontecerá a Marcha Virtual pela Ciência no Brasil. A iniciativa é promovida pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e conta com a participação de entidades, instituições e associações científicas e acadêmicas de todo o País.

O SINTPq não ficou de fora e participará da agenda de atividades promovendo uma live na mesma data, às 18h30, sobre a importância da ciência em meio à Covid 19. A transmissão será conduzida por Priscila Leal, diretora do sindicato e profissional do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), e terá como convidada a pesquisadora Ros Mari Zenha, que também atua no IPT e milita em defesa da pesquisa nacional. Para acompanhar a live basta acessar o perfil do SINTPq no Instagram (@sintpqoficial) no horário indicado. A audiência também poderá participar enviando perguntas e comentários em tempo real.

Com atividades transmitidas pelas redes sociais ao longo do dia, o objetivo da manifestação é chamar a atenção para a importância da ciência no enfrentamento da pandemia de covid-19 e de suas implicações sociais, econômicas e para a saúde das pessoas.

Marcha Virtual pela Ciência visa reforçar a luta que já dura anos por recursos adequados para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, e para a saúde e educação no País. A ação também reitera os termos do PACTO PELA VIDA E PELO BRASIL, publicado em 7 de abril. O documento, elaborado pela CNBB, OAB, Comissão Arns, ABC, ABI e SBPC e que ganhou apoio de mais de uma centena instituições e associações, pede a união de toda a sociedade, solidariedade e conduta ética e transparente do governo, tomando por base as orientações da ciência e dos organismos nacionais e internacionais de saúde pública no enfrentamento da pandemia de coronavírus.

Seguindo as recomendações da OMS de distanciamento social para evitar a disseminação do coronavírus, a SBPC adaptou para o Brasil um aplicativo francês que permitirá que as pessoas marquem presença na manifestação digital por meio de um avatar. A ferramenta utiliza o serviço colaborativo Open Street Map (equivalente ao Google Maps) e permite que o manifestante personalize seu avatar, associando-o a uma “placa” na qual escreve seu protesto, anonimamente.

Entre as atividades da manifestação, a SBPC realiza dois painéis de debates no dia 7 de maio – um dedicado à pandemia da covid-19 e o outro abordando o financiamento da ciência brasileira. As Secretarias Regionais da SBPC, juntamente a entidades e instituições científicas locais, também promoverão atividades direcionadas às suas regiões de abrangência.

Além dos seminários online, as entidades promoverão duas ondas de tuitaços no dia, um às 12h e outro às 18h, com as hashtags #paCTopelavida e #FiqueEmCasacomaCiência.

Durante a semana que antecede a manifestação, a SBPC divulgará entrevistas, vídeos e depoimentos escritos de representantes das entidades científicas e acadêmicas, pesquisadores, estudantes, professores e amigos da ciência sobre temas de ciência, educação e saúde e convocando para a Marcha. Os depoimentos podem ser vistos no canal do YouTube da SBPC (SBPCnet).

Mais informações no site: http://portal.sbpcnet.org.br/marcha-virtual-pela-ciencia/

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IPT contra a Covid 19: Conheça as ações do instituto no combate à pandemia

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Ros Mari Zenha
Representante dos Profissionais no Conselho de Administração e Presidente do Conselho de Representantes dos Empregados – CRE IPT

Nas edições de 30.03.2020 e 09.04.2020, publicamos duas reflexões: A ciência prevaleceu sobre a política: a população confia nas informações dos cientistas e Ciência, Tecnologia e Inovação: o dia depois do amanhã...

Reforçamos a importância do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo como instrumento fundamental para o enfrentamento dos desafios da sociedade, em diferentes áreas, o que pode ser constatado em inúmeras matérias da mídia que têm veiculado temas ligados à Pandemia do COVID-19.

Mas falemos, agora, sobre como o IPT tem contribuído para amenizar as graves situações que se apresentam ao longo desse processo em uma crise que se estenderá ainda por um longo período.

O IPT, patrimônio do povo paulista, há 120 anos, cria e aplica soluções tecnológicas para promover a qualidade de vida da população, inova e dá suporte tecnológico ao setor produtivo (público e privado), sempre valorizando a competência técnica, a integridade ética, a probidade e a isenção.

Assim como no caso dos demais institutos do Sistema Paulista de CT&I, o IPT foi chamado pelo Governo do Estado de São Paulo (GESP) para, juntos, enfrentarem o desafio e a crise gerada pela propagação da COVID-19.

Atendendo ao cumprimento de sua missão institucional, o IPT, até a presente data, tem se responsabilizado por uma série de ações, que explicitaremos a seguir, de forma não exaustiva, aderentes às suas diversas competências.

Inovação e Suporte Tecnológico ao Setor Produtivo

  • • Desenvolvimento de dispositivo portátil capaz de eliminar micro-organismos utilizando tecnologia ultravioleta e avaliação microbiológica de efetividade;
  • • Apoio na avaliação de novas perspectivas de uso de Big Data, subsidiando as empresas detentoras destas plataformas com interpretações adequadas às necessidades dos órgãos governamentais;
  • • Apoio a instituições públicas e privadas no teste de vacina veterinária para Covid 19;
  • • Apoio tecnológico na produção de lenços umedecidos com ativos para a eliminação do coronavírus, de longa duração e baixo custo, com potencial para uso em comunidades que possuem dificuldade de acesso à agua;
  • • Auxílio na mobilização com a iniciativa privada para produção de álcool em gel 70%;
  • • Auxilio na mobilização com a iniciativa privada e governo para doação de 3000 placas para abertura de portas de hospitais a fim de minimizar a propagação da contaminação;
  • • Análise e apoio no suporte com as especificações técnicas visando transformar uma linha de produção de absorventes para a produção de máscaras de proteção;
  • • Apoio a empresas que estão desenvolvendo face Shields com impressão 3 D e máscaras descartáveis com materiais alternativos;
  • • Oferta de apoio tecnológico aos principais fabricantes de produtos médico-hospitalares (aventais, campos cirúrgicos, pró-pé, entre outros);
  • • Participação técnica em grupos estratégicos de projetos na linha de produção de ventiladores hospitalares;
  • • Criação de um repositório onde pesquisadores que estão criando arquivos CAD e STL da estruturas para máscaras e tubos para respiradores, em todo o país, possam compartilhá-los;
  • • Calibragem de padrões dos respiradores para empresas nacionais;
  • • Testes para certificação da Anvisa para ventiladores nas principais normas de segurança elétrica e compatibilidade eletromagnética; e
  • • Montagem de teste para os requisitos específicos referentes a ventiladores.

Suporte Tecnológico às decisões estratégicas do GESP face à pandemia

  • • Equipe de estatísticos do IPT+UNB+ITA têm trabalhado para a análise e o entendimento dos melhores modelos estatísticos e das tendências nas curvas de avanço da COVID-19;
  • • Criação de modelo de visualização com acesso on-line e digital para a secretaria de saúde, contendo dados e gráficos provenientes das análises estatísticas;
  • • Mapeamento digital da pandemia pelo uso de dados de celulares, de modo anônimo (sem acesso a dados pessoais), para auxiliar entidades do GESP no planejamento estratégico e em diversas ações de combate à Covid -19;
  • • Identificação de materiais sanitizantes alternativos;
  • • Trabalho voluntário de manutenção e calibração de respiradores pulmonares no combate à Covid 19 em parceria com @poliusp, o Fundo Patrimonial Amigos da Poli, o senai_nacional e diversas empresas dentro da Iniciativa + Manutenção; e
  • • Apoio à Funap (Fundação de Amparo ao Preso) na elaboração de protocolos de assepsia na produção de máscaras descartáveis e na sua desinfecção após a produção.

Nesse momento tão desafiador, ações rápidas e assertivas fazem a diferença.

O Sistema de Pesquisa Científica e Tecnológica com profissionais competentes, capacitados e comprometidos deve ser incentivado e valorizado pelo Estado.

É a Ciência, Tecnologia e Inovação a serviço da Sociedade!

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SindCast #20 fala sobre a Revisão da Vida Toda e benefícios da previdência

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Você sabia que quem contribuiu com a previdência antes de julho/1994 e se aposentou após 19 de novembro de 1999 pode solicitar revisão no valor da aposentadoria? É a chamada "revisão da vida toda", que, em determinados casos, pode resultar em aumento no valor do benefício. Neste SindCast, a advogada Maisa Rodrigues de Moraes, especialista em direito previdenciário, explica os detalhes dessa revisão e também de outros benefícios da previdência, além de comentar situações como o "limbo jurídico" do INSS em casos de afastamento do trabalho. Confira no link e envie seus comentários pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

 

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Profissionais oferecem consultas online gratuitas para acompanhamento psicológico

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Na última segunda feira, em live para a página do SINTPq no Instagram, a psicóloga Mariana Amaral informou sobre alguns profissionais da área da saúde mental que estão fornecendo acompanhamento online gratuito. Abaixo é possível conferir onde encontrar esses profissionais e qual o público alvo de cada grupo.

Coletivo Psicanálise na Praça Roosevelt
Público alvo: Todos
Contato: Sábados (11h às 14h) pela página: facebook.com/PsicanaliseNaPracaRoosevelt/

Rede de Apoio Psi - Profissionais da Saúde
Público alvo: Profissionais da Saúde
Contato: Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. / Site: www.rededeapoiopsicologico.org.br

IPq - Covid19 Solidariedade
Público alvo: Pessoas acima de 60 anos
Contato: Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Varandas Terapêuticas (Instituto Gerar)
Público alvo: Todos (grupos e individual)
Contato: Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. / Site: www.institutogerar.com.br /
Tel: (11)973383974

Oficina Clínica de Psicanálise
Público alvo: Todos
Contato: Enviar mensagem para: facebook.com/oficinaclinicapsicanalise

Sociedade Brasileira de Psicanálise SP
Público alvo: Servidores públicos (saúde)
Contato: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfGV4W1_Ysj1esW2bz8l5kuhfuJArlhRbXJrPqD2EsIFjSR3Q/viewform

Linha Aberta para Suporte e Apoio Emocional
Público alvo: Todos
Contato: SP - (11)988630550 (9h às 00h) / Interior de SP - (19)991170990 (10h às 22h) / Outras regiões - consultar

Lugar de Fala - Plantão Psicológico
Público alvo: Todos
Contato: Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. / Site: fernandanoyapinto.wixsite.com/lugardefala/ficha-cadastral-pre-consulta

Clínica Pública de Psicanálise
Público alvo: Todos (grupos)
Contato: Sábados a partir das 9h pela página: facebook.com/clinicapublicadepsicanalise/ (outras datas esporádicas)

Laboratório Chronos
Público alvo: Profissionais da Saúde
Contato: Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

APOIAR - Atendimento Online
Público alvo: Profissionais da Saúde
Contato: Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Experiência de Escuta - Relações Simplificadas
Público alvo: Todos
Contato: www.relacoessimplificadas.com.br/escuta?fbclid=IwAR2Sqe264jZ60VLPJ3qtHtX7BmEQhT_-QW3ftS1PTF0cMP_ZlOW2iIt1AGk

Liga Nacional de Atendimento Psi. Social Online
Público alvo: Todos
Contato: Região Sudeste (consultar outras): (11)976321261 / (11)997960983 / (11)976429411 / (11)974254728 / (11)973382738

Projeto Ponte - Sedes
Público alvo: Migrantes, refugiados, s/ doc.
Contato: Tel: (11) 38662735 (2ª a 6ª feira das 09h às 20h e sábado das 08h às 12h)

Psicologia Solidária Covid 19
Público alvo: Profissionais da Saúde e brasileiros no exterior
Contato: abre.ai/psicosolidaria-atendimento

Clínica Aberta de Psicanálise - Santos
Público alvo: Todos
Contato: Sábados das 10h às 13h - Inscrições a partir das 9:30h pela página facebook.com/clinicaabertapsicanalisedesantos

Instituto de Psicologia e Controle do Stress
Público alvo: Todos
Contato: Tel: (19)999689325

 

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SindCast #19 tira dúvidas jurídicas sobre o trabalho home office

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A pandemia do Covid 19 fez com que o trabalho "home office", ou teletrabalho, se tornasse generalizado. Praticamente todos os setores com essa possibilidade adotaram, de forma voluntária ou não, essa ferramenta. Em meio a essa onda, é preciso ficar atento à eventuais irregularidades e abusos por parte dos empregadores. Afinal, o que as empresas podem ou não fazer no home office? Existe uma legislação sobre isso? Que tipo de abuso os trabalhadores podem sofrer e como combatê-los? Para responder essas e outras questões, o SINTPq conversou com a advogada trabalhista Thaís Cremasco. Confira o programa e envie suas dúvidas e comentários para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

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