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CPqD forma nova turma do seu programa de capacitação em TIC para deficientes

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O CPqD vai realizar, no dia 19 de dezembro, a cerimônia de formatura da quinta turma do Programa Qualificar para Incluir, que todos os anos capacita pessoas com deficiências e menores aprendizes para atuar no mercado de trabalho de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Neste ano, 68 formandos receberão os certificados de conclusão do curso durante a cerimônia - que terá início às 9 horas, no auditório do CPqD.

“Com o Programa Qualificar para Incluir, ao mesmo tempo em que contribuímos com a inclusão social de pessoas com deficiências, ajudamos a minimizar o problema do déficit de mão de obra especializada em TIC na região de Campinas”, afirma Daniel Francisco da Silva, coordenador de Recursos Humanos do CPqD. Segundo ele, 80% dos 273 alunos formados nas cinco turmas do programa estão empregados em empresas da região.

Gratuito, o Programa Qualificar para Incluir é ministrado pela SQI, empresa parceira do CPqD responsável pela estrutura e pela parte pedagógica do programa. São 14 meses de treinamento e 328 horas de aula, com conteúdo dividido em dois módulos, que abordam disciplinas técnicas relacionadas à formação em TIC e também incluem cursos comportamentais.

Fonte: CPqD

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Futuro Parque Tecnológico de Jundiaí ampliará o desenvolvimento científico da região

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No dia 06 de maio deste ano a Câmara Municipal de Jundiaí aprovou a destinação de um terreno para a instalação do Parque Tecnológico de Jundiaí. Na época era o que faltava para, a partir de acordo com o Governo do Estado de São Paulo, o projeto virar realidade.

A expectativa de acordo com secretário de Desenvolvimento Econômico do município é de o empreendimento pode trazer também uma instituição de ensino superior pública à cidade. Segundo informações, faculdades privadas também já estão de olho em um projeto embutido ao complexo, chamado de Geração de Talentos, que visará à formação de jovens profissionais da área.

A construção do Parque Tecnológico será feita na região do Engordadouro e tem a perspectiva de atrair a instalação de novas incubadoras de empresas em Jundiaí . A convergência de Universidade, com startups, mais centros de pesquisas, criarão um corpo criativo e inteligente para gerar soluções para a sociedade a partir do conceito de inovação.

Um acordo em paralelo feito com a Agência de Inovação da Unicamp gerará assessoria no planejamento do Parque Tecnológico. Campinas como cidade vizinha possui já trajetória consolidada na área de tecnologia. Jundiaí, como recente incentivadora deste caráter e modelo de desenvolvimento econômico, tem muito a colher desta macro região, que é uma verdadeira ilha de modernidade no interior brasileiro.

Para os profissionais do setor abre-se assim um horizonte. Dado a mobilidade pelas grandes rodovias, a geografia local favorece morar em uma cidade e trabalhar em outra. O volume de empregos deve aumentar, a busca de recursos humanos qualificados vai existir e a dinâmica de negócios vai gerar riquezas novas para Jundiaí e os municípios do entorno.

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Cientistas de Dados são cada vez mais cotados no ramo tecnológico

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A consolidação das ações de otimização de custos e quadros de funcionários iniciadas este ano aliado a busca do aumento da produtividade devem movimentar o mercado de trabalho em 2015. É o que aponta pesquisa realizada pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, parte do PageGroup.

Para o diretor da Michael Page, André Nolasco, áreas ligadas diretamente a produção e ao setor financeiro das empresas serão mais as requisitadas. “As companhias esperam que as medidas de aprimoramento de processos e redução de custos, que tiveram início no final de 2013, surtam o efeito desejado e, consequentemente, elevem a rentabilidade das empresas. Isso impactará positivamente o mercado de trabalho permitindo o início de um novo ciclo de crescimento das companhias”, explica Nolasco.

Em TI, o grande personagem buscado no mercado será o cientista de dados. Segundo a consultoria, esse especialista está em alta pela necessidade cada vez maior das empresas de estarem mais próximas dos seus consumidores para entender o que ele precisa de forma individual e conseguir elaborar uma estratégia que leve valor agregado ao consumidor se diferenciando dos demais players.

Na prática, o cientista de dados é o profissional responsável pelo desenvolvimento de algoritmos matemáticos e o alinhamento destes ao negócio para melhor desempenho das empresas. Com as plataformas de Big Data, as empresas são capazes de prever ou compreender alguns pontos como: tendências de mercado, repercussão de algum fato/campanha de marketing pelo mercado e comportamento do consumidor - permitindo personalizar ações voltado para o seu público de acordo com o perfil de cada consumidor.

Se você quer concorrer a essa vaga, saiba que para ser um cientista de dados é preciso ter formação em Matemática, Estatística ou Engenharia da Computação com Mestrado em Matemática Aplicada ou Computação Distribuída e muitas vezes com Doutorado e PHD nas áreas exatas. O profissional deve possuir aptidão para cálculos matemáticos e estatísticos, bem como possuir visão de negócio para que possa alinhar os conceitos tecnológicos à uma aplicação prática nas empresas, além de desenvolver em linguagens como C e Python e arquitetura de plataformas de Big Data.

Fonte: Convergência Digital

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Governo vai usar software contra crimes de ódio na internet

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A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) anunciou nessa segunda-feira (15) a utilização de uma ferramenta que vai mapear a ocorrência de crimes de ódio na internet. O software vai coletar dados e identificar redes que se reúnem para fazer ofensas a grupos de pessoas. A ferramenta será o pilar das atividades do Grupo de Trabalho contra Redes de Ódio na Internet, criado em novembro para monitorar e mapear crimes contra direitos humanos nas redes sociais.

“A gente tem acompanhado e se preocupado com o crescimento desses crimes de ódio, que são incentivados e divulgados na internet. Já está mais do que na hora de a gente criar mecanismos para rastrear e retirar isso da rede”, disse a ministra da SDH, Ideli Salvatti, à Agência Brasil. Ela citou o caso de uma mulher que, em maio, foi espancada até a morte por moradores de Guarujá, em São Paulo, após um falso rumor ter se espalhado nas redes sociais de que ela praticava rituais de magia negra com crianças.

Com base nas informações coletadas pelo software, o grupo de trabalho, cuja reunião de instalação ocorreu ontem, poderá encaminhar denúncias ao Ministério Público ou à Polícia Federal. Três casos já estão sendo analisados, com base em denúncias recebidas pela Ouvidoria da SDH. Um deles remete ao último episódio envolvendo os deputados federais Maria do Rosário (PT-RS) e Jair Bolsonaro (PP-RJ), na semana passada, quando o parlamentar disse que só não estupraria a deputada porque ela “não merece”.

Um rapaz postou foto em uma rede social “ameaçando a deputada Maria do Rosário de estupro”, de acordo com a SDH. Mais dois casos tratam de um site nazista e outro que prega a violência contra mulheres. “Vamos documentar, avaliar os três casos e, na quinta-feira [18], devemos dar os encaminhamentos cabíveis, no sentido de tirar do ar, encaminhar para inquérito da Polícia Federal ou para providências do Ministério Público Federal”, explicou Ideli.

Fonte: Agência Brasil

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Parques Tecnológicos consolidam modelo de polo de inovação

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A região americana do Vale do Silício, no estado da Califórnia, concentra uma grande variedade de empresas de base tecnológica com forte vocação empreendedora e centros de P&D. Aliado a esse cenário há diversas universidades em localidades próximas, que intercambiam talentos e conhecimento com essas empresas, formando o que se chama de ecossistema de inovação. Em linhas gerais, pode-se definir o termo como um conjunto de pessoas, empresas e organizações se relacionando em busca de uma coevolução a partir do desenvolvimento de projetos inovadores.

Experiências em ecossistemas de inovação vêm ocorrendo em todo o mundo e estão se tornando mais comuns, tanto de forma natural quanto por meio de uma criação estimulada.

No Brasil, a região de Campinas, em São Paulo, se enquadra neste caso É uma região que se desenvolveu naturalmente enquanto polo de inovação, fortemente alavancada pelo estabelecimento da Unicamp e de centros de pesquisa relevantes para o país, como o CPqD, por exemplo.

Há em Campinas uma conjunção de fatores e qualidades, como vocação científica, cultura empreendedora, presença de empresas inovadoras e infraestrutura para negócios, levando a resultados que permitem definir a região como um ecossistema de inovação.

Mas se nem todas as regiões têm o mesmo contexto de Campinas, existem elementos através dos quais é possível fomentar o surgimento de ecossistemas de inovação. Uma das práticas mais adotadas pelo poder público no Brasil é o estabelecimento de parques tecnológicos. Esse formato de agrupamento de empresas e pessoas desempenha uma importante função ao possibilitar que empresas de base tecnológica mantenham contato com as universidades. Muitas startups saem das incubadoras das próprias universidades. Se elas se dispersassem geograficamente, certamente esse relacionamento seria afetado. Os parques permitem uma continuidade do sistema local desta inovação.

Os Parques Tecnológicos constituídos acabam levando em conta alguns preceitos: gestão criativa do espaço físico, em sistemas de coworking; interação contínua entre universidades e empresas; acesso a serviços tradicionais para zeladoria e manutenção e gestão imobiliária, do ponto de vista que com o sucesso o aspecto especulativo seja contido, de forma a não expulsar dali pequenas empresas e iniciantes de poucos recursos.

Há um longo caminho a trilhar para a consolidação dos Parques Tecnológicos no Brasil. O aprendizado vem com a prática e as experiências brasileiras ainda são muito recentes. Porém, as expectativas são animadoras.

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Embrapa Agrobiologia é resultado de pesquisa brasileira para agroecologia e orgânicos

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A Embrapa Agrobiologia é uma das 47 Unidades Descentralizadas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A unidade está localizada no município de Seropédica, no Rio de Janeiro, possuindo um quadro técnico de 150 colaboradores, com 67 assistentes, 40 analistas e 43 pesquisadores. Suas principais linhas de pesquisa são agroecologia e produção orgânica, microbiologia e insumos biológicos, recuperação de áreas degradadas, genética molecular e bioquímica, bem como indicadores de sustentabilidade.

O conjunto de suas pesquisas evolui rapidamente na direção de critérios mundiais de capacidade de produção agrícola em condições suportáveis para o planeta. No caso do Brasil em específico, mira nos limites existentes para evitar a degradação do solo brasileiro.

Já existem regiões no Nordeste, Sudeste e Sul onde a desertificação da terra é visível e em grandes extensões. Áreas como em Pelotas, no Rio Grande do Sul, por exemplo, são consideradas totalmente impróprias para a agricultura para o próximo século. É o resultado de métodos de cultura e produção totalmente extrativistas e sem preocupação com a permanência da fertilidade.

Justamente em função deste panorama, em evolução progressiva, o trabalho da Embrapa Agrobiologia passa a ser uma grande aposta na busca de soluções sustentáveis para a produção e segurança alimentar. É preciso mais e mais investimentos para inovação biológica prática e de uso imediato. O próprio aumento do valor das terras no Brasil faz com que o produtor agrícola pense mais na preservação do solo como seu patrimônio primário.

A Embrapa Agrobiologia começou como uma pequena estrutura de estudos e hoje sinaliza com o potencial de ser a mais importante fronteira de conhecimento da instituição muito em breve.

 

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Satélite sino-brasileiro Cbers-4 funciona conforme o esperado, diz Inpe

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Os sinais de telemetria, que são informações sobre o estado dos equipamentos a bordo, enviados pelo satélite sino-brasileiro de sensoriamento remoto Cbers-4, mostram que o veículo está funcionando conforme o esperado, informou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O instituto informa ainda que já começaram os testes de acionamento das câmeras a bordo do satélite, e a expectativa é que as primeiras imagens sejam produzidas ainda nesta semana. O satélite foi lançado domingo (7), à 1h26 (no horário de Brasília, 11h26 em Pequim) da Base de Taiyuan, a 700 quilômetros da capital chinesa.

Trata-se da quinta missão de cooperação espacial entre China e Brasil. O Programa CBERS (China-Brasil Earth Resources Satellite) começou em 1988 e permitiu a produção de um sistema completo de sensoriamento remoto (espacial e terrestre) para fornecimento de imagens a ambos os países.

Com duas toneladas e equipado com quatro câmeras, o Cbers-4 dará 14 voltas no planeta por dia. Em baixa resolução, ele faz imagens da Terra em cinco dias - em média resolução, esse tempo é 26 dias e, em alta, 52 dias.

De acordo com a Agência Espacial Brasileira, as imagens do satélite, que são distribuídas gratuitamente para milhares de usuários, têm diversas aplicações na área de monitoramento ambiental, agrícola e planejamento urbano. A vida útil do Cbers-4 é estimada em três anos.

O lançamento do Cbers-4, inicialmente programado para dezembro de 2015, foi antecipado em um ano devido à falha ocorrida no lançamento do Cbers-3, em dezembro de 2013. Antes, foram lançados com sucesso o Cbers-1 (1999), Cbers-2 (2003) e Cbers-2B (2007).

Ontem, em sua conta no Twitter, a presidenta Dilma Rousseff disse que o satélite ampliará a cooperação Sul-Sul, pois vai fornecer imagens aos países da América Latina e da África. "O Cbers-4 é fruto de parceria entre o Brasil e a China e, entre suas muitas aplicações, está o monitoramento do desmatamento na Amazônia".

FONTE: Agência Brasil

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Universidade de Santa Catarina cria projeto de aeroporto abastecido por energia solar

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A perspectiva de maiores investimento no setor de infraestrutura tem animado especialistas a desenvolver projetos inovadores. A proposta é que grandes obras podem ser menos agressivas ao meio ambiente e exigir menor uso de recursos naturais e das comunidades ao seu redor.

Para isso pesquisadores e engenheiros da Universidade Federal de Santa Catarina desenvolveram um projeto especial para o Aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis. O projeto foi desenhado de forma a ser coberto totalmente por módulos fotovoltaicos. Com isso ele teria boa parte de autonomia energética, de 60 a 90%, conforme exposição do sol e estações do ano.

Estatísticas de viabilidade foram feitas e chegou-se a um cálculo de que, cobrando 25 centavos de cada passageiro usuário do local ao longo de um ano, o investimento estaria pago.

Projetos como esse tem uma importante função quando feitos em ambientes acadêmicos. É uma forma de pautar profissionais, sociedade e empreendedores, colocando novas ideias em um cenário de pouca inovação e ousadia.

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Instituições de Ciência e Tecnologia recebem R$ 185,5 milhões em projetos com empresas

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As Instituições de Ciência e Tecnologia (ICT) brasileiras receberam no ano de 2013 R$ 185,5 milhões em projetos que envolvem transferência de tecnologias para empresas, o que representou um acréscimo superior a 50% nos rendimentos recebidos no ano de 2012. A informação será publicada no relatório de divulgação do Formict, Formulário para Informações sobre a Política de Propriedade Intelectual das Instituições Científicas e Tecnológicas do Brasil, realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

De acordo com informações do Ministério, 261 ICTs responderam ao Formict em 2014, com relação a seus dados em 2013, mas o formulário com dados do ano de 2013 ainda não foi divulgado em função de restrições relativas ao período eleitoral.

Para o secretário Armando Zeferino Milioni, da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec) do MCTI, os dados demonstram que há instituições se beneficiando ativamente do processo de comercialização das tecnologias geradas internamente. "Ainda há espaço para melhorias e o MCTI tem participado ativamente no aprimoramento do ambiente de interação ICT e empresa, por meio de programas de incentivo e também na revisão do Marco Legal da Inovação", coloca Milioni.

Regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul são mais ativas
Com relação aos números absolutos de contratos de licenciamento de direitos de propriedade intelectual informados no Formict, observou-se que 25 instituições foram responsáveis por 1245 contratos de licenciamento, concentrando-se basicamente nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. De acordo com Milioni, os contrastes regionais na concentração das ICTs no país e, por conseguinte, dos contratos, são tradicionais da dinâmica do desenvolvimento do nosso país. "É importante ainda enfatizar que o licenciamento não é a única forma de transferência do conhecimento, existem outras modalidades igualmente relevantes, como consultorias, pesquisas colaborativas, surgimento de empresas spin-off, dentre outras, que também poderão gerar rendimentos para a instituição."

Para Milioni, um grande desafio para se ampliar o relacionamento universidade-empresa no Brasil está na estruturação dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) que, desde a implementação da Lei de Inovação tornou-se obrigatória para as instituições públicas. "Os NITs se mostraram nacional e internacionalmente como uma estrutura de interface eficiente entre as instituições científicas e tecnológicas, e as empresas", avalia MIlioni. Segundo dados do Formict, do universo de 261 ICTs que responderam ao Formict em 2014, ano-base 2013, 63,6% informaram que possuem o NIT implementado. As demais estão em implementação ou ainda não deram início ao processo de constituir uma unidade para gerir a política de inovação na instituição.

Patrícia Leal Gestic, diretora de propriedade intelectual da Agência de Inovação Inova Unicamp, comenta que o desafio para as ICTs vai além da criação dos NITs. "É necessário que seja definida uma estrutura mínima para o funcionamento do NIT, o que inclui a definição de cargos específicos para atuarem nos NITs, bem como dotação orçamentária". Segundo a diretora, com os NITs ativos na promoção do relacionamento com as empresas, as ICTs se beneficiam muito além do resultado financeiro. "Entre os ganhos indiretos regionais estão o impacto na geração de novos empregos e a absorção de pesquisadores pelas empresas. Para a universidade, é também interessante ter pesquisadores e alunos cada vez mais próximos das realidades das demandas das empresas", conclui a diretora.

Fonte: UFSCar

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Instituições Públicas percebem importância de contar com pesquisadores aposentados

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Ainda é recente o ciclo de maturidade das instituições públicas focadas em pesquisa, ciência e tecnologia. Isso é decorrência da própria reestruturação destas áreas no organograma do Governo Federal e dos Governos Estaduais nas últimas três décadas.

É possível dizer que o campo das Instituições Públicas de pesquisa e inovação ganhou musculatura de maior porte, tangência, investimentos, suporte legislativo e proximidade com o emprego das soluções no setor privado de forma muito recente. Entretanto, este breve tempo de crescimento institucional, já praticamente contempla uma importante geração aposentada ou em fase próxima de aposentadoria. As próprias associações e sindicatos de servidores espelham esta realidade, com tempo de existência entre 20 e 40 anos.

As instituições já percebem o peso da potencial perda destas gerações. Especialmente porque se aproximam da aposentadoria na idade de 55 a 65 anos, no auge do saber, experiência e capacidade produtiva. E são eles que conhecem as estruturas e funcionalidades destas instituições.

Assim começam a ser abertos em diversas destas organizações programas de incentivo para estes profissionais prosseguirem na ativa. São elaborados planos de cargos e salários tendo estes “veteranos” como alvos. Oferece-se assim oportunidade de ganhar mais, muitas vezes trabalhando em cargas horárias menores, mas ocupando funções de supervisão, consultoria e acompanhamento.

Repete-se assim no setor de inovação nas Instituições Públicas, situação já existente em áreas como Justiça, Tribunais de Contas e Procuradorias, onde servidores aposentados prosseguem trabalhando, sob novo contrato, e assim continuando a colaborar com o patrimônio de seu conhecimento.

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Telefonia fixa perde espaço no país

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Uma pesquisa do IBGE revelou que o mercado de telefonia fixa está estagnado, mantendo-se ainda estável graças aos planos de banda larga das operadoras que unem internet e telefone fixo. Outro apontamento revelado é que todos que possuem linha fixa, em 90% das ocasiões, também possuem uma linha móvel na residência. Entretanto, 59% que possuem linha móvel, não possuem linha fixa.

Atualmente a expansão do mercado de telefonia acontece unicamente pelos celulares. Quanto maior é a presença da geração x, y e Z na economia ativa, mais a mobilidade predomina.

A opção é clara pelo conjunto de benefícios proporcionado pela telefonia celular. Além dos recursos de telefone comum, via internet permite outros tipos de interlocução, relacionamento e troca de mensagens.

A interatividade passou a ser um valor intrínseco no serviço de telecomunicações. Os meios sem esta instantaneidade e que exigem rituais mais longos tendem a ser colocados em segundo plano.

O barateamento do sistema móvel vem permitindo um avanço sobre barreiras onde a telefonia fixa esbarrou, como o fornecimento de serviços em áreas rurais, favelas e locais remotos da região norte.

Nesta conjuntura, a telefonia fixa identifica-se com o uso de pessoas físicas de faixa etária mais elevada e em ambientes de escritório. Reside aí seu principal nicho de mercado, ameaçado também pela evolução do sistema Voip.

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Brasileiros propõem criar um 'Comitê Gestor' exclusivo para neutralidade da rede

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Neutralidade de rede esteve entre os assuntos mais discutidos do ITS Rio 2014,, realizado nesta semana, no Rio de Janeiro, com a organizaçãoda Internet Technology Society (ITS) e da TIM Brasil. A falta de consenso sobre o tema ficou evidenciada já na palestra de abertura do evento, “The Evolving Architecture of the Internet”, realizada no dia 1º de dezembro e ministrada pelos professores Christopher Yoo, da Universidade da Pennsylvania (EUA) e Joao Schwarz, da Universidade de Luxemburgo.

Mais cético com relação à neutralidade, Christopher Yoo fez uma abordagem alternativa, batizada como "diversidade de rede”. A tese do especialista é focada na relação econômica. Para Yoo, é preciso mirar soluções de topologia de rede para a redução de custos e gestão de tráfego. Por sua vez, o português Joao Schwarz tem uma preocupação com o nível de confiabilidade da rede, em um universo em que há cada vez mais conteúdo, trocado de forma mais rápida; a privacidade dos internautas está cada vez menor e designar responsabilidades fica cada vez mais difícil em um mundo globalizado sem regulamentações globais.

E no Brasil, o tema também mobiliza a área acadêmica. Pesquisadores da Unicamp e do CPqD apresentaram no ITS Rio 2014 uma proposta de co-regulação envolvendo a questão da neutralidade., que promete, se for adiante, acirrar o debate na área. A ideia central passa pela criação de uma espécie de Comitê Gestor da Internet -com representantes de toda a sociedade, mas voltado apenas para discutir Neutralidade de Rede.

Marcio Wohlers, Moacir Giansante, Antônio Carlos Bordeaux-Rego e Nathalia Foditsch apresentaram o trabalho acadêmico, com cunho pragmático, “Shedding light on net neutrality: The Brazilian case”. Bordeaux-Rego explicou que a neutralidade de rede tem diversos aspectos, tecnológico, negócios e legal, além da questão da privacidade.

“Tudo isso misturado já dá um bom coquetel. Todas as discussões em torno do tema mostram que não existe uma fórmula para estipular que a internet tem que caber em um modelo. Por outro lado não se pode deixar um espaço tão livre para que o mercado faça o quer”, ponderou Bordeaux-Rego. A proposta do professor Wohlers, que é a tônica do trabalho, é um modelo de co-regulação para favorecer o debate entre os diversos stakeholders. “Porque os casos não são iguais, e a co-regulação traz vários elementos para essa discussão”, disse.

O economista Marcio Wohlers, que é professor do Instituto de Economia da Unicamp, se inspirou nos trabalhos de Cristopher Marsden, que mostra a neutralidade como algo em construção, não apenas de caráter econômico. Segundo Marsden, a neutralidade é um conceito muito mais amplo, mas se encaixa bem no modelo de co-regulação em que todos os envolvidos (governos, sociedade, entidades privadas, terceiro setor) devem se unir e chegar a um consenso.

“Seria um corpo debaixo da Casa Civil, por exemplo, que andaria lado a lado com a Anatel ou com o CGI, por exemplo. Na Austrália, isso está em prática há cerca de 3 anos, eles montaram um código de conduta para as operadoras, um acordo formal que elas assinaram”, contou Wohlers.

De acordo com o economista, a co-regulação é totalmente possível de ser adaptada à regulação da lei do marco Civil. Wohlers ressalta que um dos conceitos de Marsden é olhar as práticas dos provedores e ver em que medida elas saíram da normalidade. “A ideia de um órgão de co-regulação seria fazer uma adaptação com a lei”, completou o professor, que vê na co-regulação uma possível solução para as exceções expostas na lei. "A proposta ainda não foi discutida com a Anatel nem com autoridades públicas. "Esse é um trabalho acadêmico e pragmático", sinalizou Wholers.

FONTE: UOL

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