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Acompanhe as novidades das campanhas salariais 2019/20

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Reunião negocial no dia 23/10 contou com representantes do sindicato e da NXP

NXP: Os funcionários aprovaram na quinta-feira, dia 7/11, a contraproposta oferecida pela NXP. O SINTPq encaminhará a assinatura do ACT junto à empresa e seu registro na Superintendência Regional do Trabalho e, após essa etapa, o documento estará disponível para consulta no site do sindicato.

Daitan: Trabalhadores e trabalhadoras aprovaram na segunda-feira, dia 11/11, a contraproposta oferecida pela empresa. Assim que o Acordo Coletivo de Trabalho for assinado, o documento estará disponível para consulta.

Cargill: As negociações entre sindicato e Cargill se iniciaram dia 8 de novembro. Em primeiro encontro, o reajuste conforme INPC foi garantido e as demais reivindicações seguem em tratativa. Uma nova assembleia está agendada para a terça-feira, dia 19/11, às 9h, na sede da empresa.

Venturus: As tratativas da campanha salarial 2019/20 foram retomadas no dia 18/10, em reunião na sede do sindicato. A contraproposta oficial ainda não foi apresentada, mas outra reunião negocial já está marcada para 11/11.

FEALQ: Em assembleia na quinta-feira, dia 24, a contraproposta da empresa foi rejeitada de forma unânime. Para a próxima rodada negocial, foram definidas as seguintes prioridades: Reajuste nos salários e benefícios conforme o IPCA (3,22%) + 3% de aumento real; Plano médico com as primeiras seis consultas pagas integralmente pela empresa; Possibilidade de parcelamento dos valores referentes à coparticipação da assistência médica.

Eurofins: A segunda reunião negocial entre SINTPq e Eurofins aconteceu na terça-feira, dia 29. A empresa ainda não oficializou sua contraproposta.

CPqD: Em reunião na tarde de ontem, dia 30, SINTPq e CPqD iniciaram as tratativas da campanha salarial deste ano. As conversas foram iniciais, com a empresa apresentando informações e atualizações sobre sua situação financeira. Outra reunião foi agendada para 05/11, às 10h30. 

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SINTPq promove ações em apoio ao Outubro Rosa

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Com a chegada de Outubro, tem início a maior campanha nacional de combate ao câncer de mama. O SINTPq participa todos os anos desse importante movimento e já providenciou a iluminação de seu prédio na cor rosa. Esse gesto é praticado todos os anos em edifícios de todo o país.

Para levar mais informação aos profissionais da categoria, também foi produzida uma edição especial do SindCast, o podcast do SINTPq, abordando os direitos trabalhistas e sociais dos trabalhadores e trabalhadoras com câncer.

O programa conta com a participação da advogada trabalhista Thaís Cremasco e da diretora do SINTPq Filó Santos, que já venceu o câncer de mama e tem muitas experiências e lições de vida para compartilhar. Para ouvir, basta acessar abaixo ou fazer uma busca por SindCast no Spotify.

 

Eu visto essa camisa

A categoria também poderá participar contribuindo com a 5ª edição da campanha “Outubro Rosa: Eu visto essa camisa”. Para isso, basta enviar fotos com seus colegas de trabalho usando peças de roupa ou adereços na cor rosa para o WhatsApp do sindicato (19 97416-5418). As imagens serão publicadas no Instagram do SINTPq.

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Data-base novembro: Confira as reivindicações deliberadas em cada empresa da categoria

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O SINTPq está realizando uma série de assembleias para finalizar as pautas reivindicatórias das empresas com data-base em novembro. Esses documentos apresentam as demandas dos trabalhadores e norteiam todo o processo negocial. 

Algumas reivindicações são consenso na categoria, como a recomposição inflacionária e aumentos reais nos salários e benefícios. Entretanto, cada empresa possui necessidades e questões específicas a serem tratadas. Pensando nisso, durante o processo de construção das pautas, o SINTPq visita cada uma delas e conversa diretamente com os trabalhadores e trabalhadoras. Esse empenho do sindicato está sendo reconhecido pela categoria. Prova disso é o fato da cota negocial ter sido aprovada em quase todas as empresas. 

Confira a seguir as reivindicações deliberadas em cada uma das empresas. 

CPqD

  • • Reajuste conforme o IPCA + 3% de aumento real nos salários e benefícios econômicos
  • • Possibilidade de escolha entre Uniodonto e BB Dental na assistência odontológica
  • • Manutenção da antecipação da primeira parcela do 13º salário
  • • Manutenção dos dias ponte sem necessidade de compensação
  • • Manutenção do banco de horas para viagens e deslocamentos

Cargill

  • • Reajuste conforme o INPC + 3% de aumento real nos salários e benefícios
  • • Vale Alimentação no valor de R$ 230,00 mensais
  • • Custeio do CRQ por parte da empresa sempre que o mesmo for exigido ao funcionário
  • • Mudança no fechamento do banco de horas para 31 de janeiro

SIDI

  • • Reajuste salarial conforme IPCA + aumento real de 3%
  • • Manutenção e reajuste dos benefícios (VR, diárias, Auxílio Creche e Vale Combustível)
  • • Aumento no percentual previdenciário para 5%
  • • Licença paternidade de 20 dias
  • • Auxílio Alimentação
  • • Pagamento integral das diárias terrestres
  • • Aumento do Vale Jantar para R$ 35,00 reais

Venturus

  • • Reajuste conforme o IPCA + 3% de aumento real nos salários e benefícios
  • • Auxílio Creche também para os homens
  • • Opção de divisão do valor do Auxílio Creche por mais meses
  • • Assistência médica para todos os funcionários nas mesmas condições do plano oferecido aos gerentes
  • • Reembolso de 100% nas consultas
  • • Possibilidade de trabalho Home Office duas vezes por semana
  • • Abono com o valor mínimo de 50% e teto de 150% do salário
  • • Participação dos Funcionários na construção das métricas do abono
  • • Manutenção do sistema de compensação de pontes e feriados
  • • Adequação e revisão das linhas do transporte fretado

Syntech

  • • Reajuste conforme o IPCA + 3% de aumento real nos salários e benefícios
  • • Estabilidade de um ano para gestantes
  • • Estabilidade de 90 dias para profissionais afastados pelo INSS
  • • Licença maternidade de 180 dias
  • • Licença paternidade de 20 dias

Eldorado

  • • Reajuste conforme o IPCA + 3% de aumento real nos salários
  • • Vale Refeição no valor de R$ 850,00
  • • Auxílio Creche no valor de R$ 500,00 por cinco anos consecutivos (com o limite de seis anos de idade)
  • • Almoço com o tempo mínimo de 30 minutos
  • • Licença paternidade de 20 dias
  • • Aumento de 1 ponto percentual em cada faixa etária da previdência privada

Oxitec

  • • Reajuste conforme o IPCA + 6% de aumento real nos salários e benefícios econômicos
  • • Vale Alimentação no valor de R$ 200,00
  • • Vale Combustível nos mesmos moldes do Vale Transporte
  • • Apresentação de proposta de previdência privada e plano de carreira
  • • Busca de parcerias para benefícios em cursos de inglês, pós-graduação, academias e restaurantes

Daitan

  • • Reajuste conforme o IPCA + 3% de aumento real nos salários e benefícios
  • • Adicional noturno de 25%
  • • Aumento na previdência privada de 4% para 5%
  • • Resgate da contribuição da empresa na previdência privada: 3 anos - 60% | 4 anos - 80% | 5 anos - 100%
  • • Dedução de IR para previdências PGBL
  • • Pagamento do banco de horas a cada 3 meses
  • • Auxilio Babá

Tem dúvidas sobre o conceito a pauta de reivindicações e outros elementos das negociações coletivas? Acesse o link e saiba mais sobre cada termo e etapa do processo.

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Debate sobre representatividade sindical abre campanhas salariais

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O SINTPq iniciou as campanhas salariais deste ano discutindo abertamente sua representatividade junto aos trabalhadores e trabalhadoras. Uma ferramenta utilizada neste debate é o Protocolo de Negociação. O documento é uma diretriz que estipula a obtenção de um índice mínimo de sindicalização para que a negociação coletiva seja iniciada na respectiva empresa. O objetivo é garantir um nível de representatividade que justifique a continuidade da atuação do sindicato, pois não havendo interesse dos trabalhadores, a representação coletiva perde o sentido.

Outra alternativa que vem sendo discutida é a aprovação da chamada Cota Negocial, cláusula que determinaria a contribuição de todos os profissionais beneficiados pelo Acordo Coletivo de Trabalho. No mês de junho, em dissídio coletivo de greve, o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT 15), por maioria de votos, homologou um acordo coletivo que autorizou essa prática.

decisão do TRT foi baseada nos princípios da isonomia, da solidariedade, da boa-fé objetiva e da função social da contratação coletiva. Seguindo os referentes critérios, o tribunal avaliou que não é justo que apenas parte dos trabalhadores contribuam com um trabalho negocial que beneficiou a todos.

Após realizar esse diálogo com os trabalhadores em assembleias, o SINTPq tem aberto prazo para que os profissionais debatam internamente as propostas do Protocolo e da Cota Negocial, além de formularem suas próprias sugestões para a campanha salarial.

Trabalhadores engajados têm prioridade

Profissionais de diferentes empresas já se manifestaram favoráveis ao Protocolo de Negociação e iniciaram um processo de associação ao SINTPq. Esse foi o caso das empresas Fundepag, Fundag e Eurofins, que aumentaram expressivamente seus índices de sindicalização. Em contrapartida, essas empresas tiveram prioridade na agenda do sindicato para realização das negociações e assembleias. Na Fundepag, por exemplo, a campanha salarial já foi, inclusive, finalizada.

Na Amazul, empresa dependente do tesouro e responsável pelo desenvolvimento do submarino nuclear brasileiro, além de registrarem mais de 100 sindicalizações nos últimos meses, os funcionários aprovaram a Cota Negocial em assembleia de formação de pauta. Durante a votação, a grande maioria dos trabalhadores declarou considerar injusto que colegas que não contribuem também sejam beneficiados pela negociação coletiva. Segundo eles, essa situação fere a isonomia, pois juntamente com a igualdade de direitos existe a igualdade de deveres.

Em relação às empresas que ainda não se manifestaram sobre as questões discutidas, seja com o registro de novas sindicalizações ou apresentação de proposta própria, o SINTPq seguirá aguardando o posicionamento dos empregados. A definição desse importante item é fundamental para que as campanhas salariais tenham início.

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SINTPq abre inscrições para confraternização 2019

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Sócios e sócias do SINTPq, chegou a hora de garantir seu lugar na confraternização 2019! As inscrições podem ser feitas até o dia 4 de outubro. A festa acontecerá no dia 30 de novembro, das 9h às 17h.

Atendendo aos pedidos dos associados, manifestados em pesquisa de opinião, o evento será novamente realizado no Hotel Estância Atibainha, localizado na cidade de Nazaré Paulista. O local conta com diversas atrações, como tirolesa, trilhas ecológicas, piscinas, refeição completa, muita música e atrações recreativas para a criançada e também para os adultos.

Acesse o formulário de inscrição

Visando oferecer comodidade a todos, o sindicato disponibilizará transporte, saindo de Campinas, São Paulo e Sorocaba*, para os sócios que tiverem interesse. Os locais de saída estão disponíveis no formulário de inscrição.

Para que a festa continue viável diante da atual situação financeira do SINTPq, os sindicalizados contribuirão com o valor de R$ 30,00 por pessoa (sócio e dependentes).

Com tantos desafios e adversidades ao longo do ano, nada mais justo e necessário do que um momento de confraternização. Por isso, o SINTPq seguirá trabalhando para promover bons momentos aos associados e suas famílias.

Confira as fotos da edição 2018

*O transporte saindo de Sorocaba está sujeito ao quórum mínimo de 25 pessoas

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O verdadeiro rombo da Previdência: milhões de contribuintes a menos

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Um argumento recorrente dos defensores da “reforma” da Previdência é de que as mudanças são necessárias para a retomada da economia. Era o que se dizia também durante a tramitação da “reforma” trabalhista, que não trouxe de volta os milhões de empregos que chegaram a ser previstos. Os dois casos se relacionam: um dos fatores do chamado “déficit” previdenciário está justamente no fato de que haver menos contribuintes no INSS. Isso acontece em razão do volume de pessoas que perde o emprego ou deixa o mercado formal de trabalho. A conta não fecha.

Conforme o Anuário Estatístico da Previdência Social, o total de pessoas físicas contribuintes para o Regime Geral (RGPS) cai há três anos – os dados vão até 2017. Nesse período, são menos 6,2 milhões de contribuições. O número era de 71,3 milhões em 2014. Caiu para 69,6 milhões no ano seguinte, foi a 66,6 milhões em 2016 e atingiu 65,1 milhões em 2017. Os dados mostram que, considerando o tipo de contribuinte, a maior retração foi registrada justamente entre empregados com carteira assinada: queda de 11,3% em três anos.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, em dezembro de 2015, do total de ocupados no país, quase dois terços (65,7%) contribuíram para instituto de previdência. Em igual período do ano passado, eram 63,2%. O último dado disponível, de maio, aponta 63,1%.

Informalidade

Em médias anuais, a participação de não contribuintes no total subiu de 35,4%, em 2014, para 36,6% no ano passado. Isso correspondente a aproximadamente 1 milhão a mais de pessoas sem contribuir para a Previdência. O IBGE também apurou recorde na informalidade em 2018, com o menor número número de empregados com carteira da série histórica (pouco menos de 33 milhões) e recorde de trabalhadores sem carteira (11,2 milhões) e por conta própria (23,3 milhões). Números que ajudam a explicar o déficit e mostrar que qualquer sistema previdenciário necessita de um mercado de trabalho aquecido.

O que está longe de acontecer no Brasil. Nota técnica divulgada pela Fundação Anfip de Estudos Tributários e da Seguridade Social (Faets) e da própria Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal), coordenada pela professora Denise Gentil, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mostra que o desemprego e a informalidade, entre outros fatores, deixam o trabalhador longe de uma contribuição regular à Previdência. No caso do trabalhador do setor urbano, a média é de 5,1 parcelas por ano, caindo para 4,7 com as mulheres. O ano-base é 2016. Assim, um trabalhador não consegue sequer contribuir regularmente, aumentando o tempo necessário para se aposentar.

No estudo, os técnicos constatam que as regras da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6, de “reforma” da Previdência, na prática inviabilizam a aposentadoria. “É inescapável concluir que o aumento do tempo de contribuição para 20 anos, exigido pela PEC 6/2019, é impraticável diante da realidade de reconhecida precariedade do mercado de trabalho do Brasil noque diz respeito à informalidade, alta rotatividade e baixos salários.”

Por Redação RBA

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Novos conceitos na construção de um sindicalismo melhor

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Projeto leva conceitos como coworking, economia solidária e crowdfunding para o sindicalismo

Na manhã de quarta-feira, dia 31, aconteceu a assembleia de fundação do IDET – Instituto Popular de Desenvolvimento em Educação, Trabalho e Tecnologia. O evento foi realizado no auditório do SINTPq, em Campinas, e reuniu diferentes entidades e autoridades. O instituto, composto por diferentes sindicatos da região de Campinas, nasce da ideia de aglutinar serviços e estruturas (salas disponíveis, auditórios e outros espaços) provenientes de sindicatos e pessoas dispostas a colaborar, reduzindo, dessa forma, custos operacionais e ampliando a capacidade de atuação dos sindicatos, que passarão a dispor de novos recursos provenientes das parcerias.

O projeto foi iniciado pelo SINTPq - Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia ainda em 2018, e desde então vem sendo discutido com outros sindicatos e movimentos sociais. Na assembleia de fundação, sete importantes sindicatos e movimentos sociais se associaram e indicaram representantes para o conselho deliberativo do instituto.

O IDET será uma associação de direito privado, sem fins lucrativos e econômicos, regido por um estatuto, um código de ética e pela legislação vigente. A atuação do instituto se dará da forma descrita abaixo. Os seguintes serviços já estão disponíveis por meio de parcerias: escritório de projetos, consultoria técnica, formação e capacitação, comunicação integrada e compartilhamento de infraestrutura.

O IDET já possui parceiros que oferecerão os seguintes serviços às entidades associadas:

Benefícios aos sindicalizados

Os profissionais sindicalizados pertencentes a base de representação do SINTPq e dos demais sindicatos associados ao IDET também serão beneficiados. Eles poderão compartilhar seus conhecimentos técnicos oferecendo serviços como cursos, treinamentos e consultorias. O instituto, por sua vez, fará a interlocução com as entidades associadas, divulgando os detalhes do serviço e o valor cobrado pelo profissional sindicalizado. Confira o exemplo abaixo.

Além de divulgar seu trabalho, os sindicalizados poderão participar gratuitamente das atividades que serão desenvolvidas pelo IDET, como cursos e palestras. O instituto também criará um banco de currículos no qual esses trabalhadores poderão se cadastrar.

O objetivo é, além de beneficiar as entidades participantes, levar novas vantagens para seus associados, buscando, inclusive, unificar os convênios e espaços disponibilizados aos sócios, como colônias de férias, apartamentos na praia, salões de festa, entre outros. Dessa forma, os sindicalizados não estariam mais limitados aos benefícios de seu próprio sindicato.

Mais informações sobre o IDET estão disponíveis pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

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120 anos de IPT: Uma trajetória de compromisso social e resistência

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O Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT está completando 120 anos de uma história marcada por significativas contribuições à sociedade e muitos desafios. Desde o tempo de laboratório de resistência dos materiais, criado em 1899 pelo Dr. Antônio Francisco de Paula Souza, o instituto se destaca dando suporte às políticas públicas e ao setor produtivo em diferentes áreas.

Hoje, o Governo do Estado de São Paulo tem planos de promover a abertura de seu campus, na capital paulista, para a instalação de startups por meio de parcerias público-privadas, conforme relatado na reportagem da revista EXAME desta quinzena. Estas parcerias serão constituídas à luz da Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Decreto nº. 62.817, de 04/09/2017). 

A longevidade do instituto está alicerçada em seu patrimônio humano, responsável direto pela qualidade e credibilidade alcançadas ao longo de 120 anos. Durante esse período, as histórias do SINTPq e do IPT se conectaram. É no instituto que o sindicato possui sua maior representatividade, com mais de 250 associados e uma trajetória de mobilizações e muitas conquistas. Essa relação começou em 1993, quando o SINTPq ainda completava três anos de atuação, com o início da representação e das negociações coletivas.

Personagem de destaque na história do SINTPq e do IPT, o ex-dirigente sindical Geraldo Antunes atua no instituto desde 1979. Ele presenciou e participou de momentos significativos na história da instituição, como a instrumentação de barragens na década de 1980, trabalho em plataformas offshore para a Petrobras nos anos 1990, desenvolvimento de tecnologias para áreas contaminadas, entre outros.

Infelizmente, essa linha do tempo não conta apenas com momentos positivos. Desde a décadas de 1990, o IPT sofre com projetos de desmonte do Estado e cortes orçamentários. “Foram muitas campanhas salariais com greves e lutas ainda mais dramáticas quando o IPT queria demitir dezenas, às vezes centenas, de empregados produtivos! Os enfrentamentos que buscaram impedir essas demissões foram os mais traumáticos e marcantes. Posso, citando Darcy Ribeiro, afirmar que de todas as lutas, nenhuma vencemos totalmente, mas odiaria estar do outro lado”, recorda Geraldo.

Caminhando juntos

José Paulo Porsani • Presidente do SINTPq

O IPT foi para a sociedade brasileira a marca do desenvolvimento e do respeito pela pesquisa de interesse público. Para o sindicato, ele representa uma oportunidade de termos na nossa categoria profissionais tão engajados na luta desses interesses e que buscam a soberania nacional em C&T. Esperamos que as lideranças da instituição resgatem este espírito e firmem compromisso para que o IPT continue sendo uma instituição tão relevante para o país na pesquisa e desenvolvimento.

 

Geraldo Antunes • Trabalhador do IPT e ex-dirigente do SINTPq

O IPT fez sua própria história ao participar de todos os momentos da vida do povo paulista e brasileiro! Sobre o futuro, sou realista e também otimista. Projeto a continuidade da luta cotidiana das instituições públicas de pesquisa do estado de São Paulo com a dificuldades de manutenção das verbas necessárias para sobreviver e a venda de serviços tecnológicos de qualidade para fechar a conta no final de cada ano.

 

Priscila Leal • Trabalhadora do IPT e dirigente do SINTPq

A missão do IPT de ser o braço tecnológico do governo do Estado, mantendo sempre seu caráter público e idoneidade a serviço da sociedade, é mantida à duras penas pelas trabalhadoras e trabalhadores, resistindo às mais diversas dificuldades. Vejo nestes trabalhadores e o resultado de seu esforço, o IPT, meu incentivo para continuar na luta pela perenização do Instituto. Ao IPT, neste seu aniversário, desejo a garantia de recursos orçamentários para que se cumpra sua missão, a realização de concursos públicos que possibilitem a substituição de seu recurso mais precioso, a manutenção de seus jovens talentos por meio de plano de carreira operante e que se liberte de todos os preconceitos de gênero permitindo que todos os funcionários, sem distinção, possam fazer uso de seus benefícios. E que venham mais 120 anos!

 

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Greve Geral: Paralisações contra a reforma da previdência ocorrem em todo o país

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O país amanheceu em greve geral convocada pelas centrais sindicais, com o apoio de organizações sociais e estudantis, contra a reforma da Previdência e os retrocessos promovidos pelo governo Jair Bolsonaro (PSL).

Além do direito à Previdência e à aposentadoria digna, a greve desta sexta-feira (14) reivindica o fim do arrocho na educação pública, o respeito à soberania nacional e medidas efetivas para a retomada econômica, com criação de empregos de qualidade e garantia de renda para os trabalhadores.

O SINTPq esteve presente em diferentes mobilizações. Em Campinas e região metropolitana, diretores do sindicato fortaleceram a paralisação realizada pelos petroleiros na refinaria Replan, o movimento ocorreu nas primeiras horas do dia. Pouco depois, a partir das 10h30, o sindicato acompanhou a concentração realizada no Largo do Rosário, no centro da cidade. Na capital paulista, também no começo da manhã, o SINTPq esteve no portão 1 da USP, em manifestação junto aos estudantes, professores e entidades representativas atuantes na universidade.  

Em dezenas de capitais, não houve transporte público. Em muitas cidades, os serviços funcionam parcialmente. A lista de trabalhadores mobilizados é extensa: bancários, professores, metalúrgicos, trabalhadores da educação, estudantes e docentes de universidades federais e estaduais, trabalhadores da saúde, de água e esgoto, dos Correios, da Justiça Federal, químicos, portuários, motoristas, cobradores, eletricitários, servidores públicos estaduais e federais, petroleiros, enfermeiros, metroviários, entre outros.

Confira algumas paralisações realizadas por todo o país

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Estações de Metrô em SP começaram o dia paralisadas

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DF amanhece deserto nesta sexta 14

Bloqueio no cruzamento da rodovia que liga Campinas a Paulínia com a rodovia Dom Pedro I

Volkswagen parada! Greve Geral em São Carlos-SP

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Pindamonhangaba - Metalúrgicos, Químicos e Servidores realizaram uma paralisação conjunta de todo o Distrito Industrial do Feital, que envolve apenas no turno da manhã 1.500 trabalhadores de 9 fábricas, sem contar as empresas terceirizadas.

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Terminais de ônibus vazios em Sorocaba

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Trabalhadores de transporte urbano Campo Grande-MS estão aderindo à Greve

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Em São Paulo, bancários cruzam os braços

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7 motivos para apoiar a Greve Geral de 14/06

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A mobilização que acontece dia 14 de junho é uma convocação ao cidadão brasileiro para lutar pela manutenção dos seus direitos, adquiridos com muito esforço ao longo dos anos e que serão aniquilados se a sociedade não reagir. Listamos os principais motivos para apoiar o movimento:

1- Fim da seguridade social

A Greve Geral é um coletivo de categorias contra esta proposta de reforma da previdência, que favorece privilégios em detrimento de direitos do cidadão. Uma reforma deve nascer para melhorar uma condição, não ser uma destruição do sistema de seguridade social.

A reforma não ataca somente os aposentados como também outros beneficiários, por exemplo, viúvas, órfãos, doentes e acidentados; além de acabar de vez com a aposentadoria por invalidez. Outro fator é o fim da aposentadoria por tempo de contribuição e o aumento da idade mínima, o cidadão terá que trabalhar mais e sequer receberá um valor digno.

2 - Capitalização da Previdência

A transição para o regime de capitalização tende a custar cerca de 1 trilhão aos cofres públicos.  A ideia de economia e austeridade pública vendida pelo governo é falaciosa. Não podemos deixar que mais gastos sejam promovidos para satisfazer um neoliberalismo desenfreado.

O Chile, que realizou essa mudança nos anos 1980, é um exemplo de como o regime de capitalização é insustentável. Hoje, 90% dos aposentados chilenos recebem metade de um salário mínimo e o governo precisa aportar recursos no sistema para a garantir condições dignas aos idosos.

3 - Contra os cortes

A luta em defesa do sistema público de educação e pela ciência nacional não pode parar, e a Greve Geral é mais um capítulo de mobilização contra cortes que afetam profundamente a educação, saúde, produção científica e tecnológica.

Em março o MCTIC perdeu 41,9% dos seus recursos. De uma só vez, o Governo Federal ameaça o presente e o futuro da ciência brasileira, cortando recursos dos atuais pesquisadores e comprometendo a formação dos futuros trabalhadores da ciência.

4 - Contra o ataque aos sindicatos

Os sindicatos são os responsáveis pela manutenção e elevação dos índices salarias no agregado. Sem os sindicatos o trabalhador não terá como se defender sozinho da inevitável onda de precarização, pressionada pela política neoliberalizante. A reforma trabalhista, a MP n. 873, o pacote de maldades do ministério da justiça para repressão de manifestações são medidas que visam agredir os interesses dos trabalhadores.

5 - Precarização do trabalho

O atual governo a cada dia precariza mais as condições de trabalho. A proposta de redução de 90% das NR’s, normas que garantem a segurança nos ambientes laborais, é uma afronta ao trabalhador que corre riscos para sustentar sua família.

6 - Por uma política de pleno emprego

Atualmente, 12,7 milhões de pessoas estão desempregadas em todo o país. Ao invés de atacar a febre, o governo reclama do termômetro (IBGE). A mobilização é um ato que busca propostas que, de fato, contribuam para aquecer a economia e gerar emprego.

7 - Pela soberania nacional

O desmonte de estatais promovido pela privatização de importantes empresas para o desenvolvimento do país vai na contramão do princípio de soberania, alicerce de nossa constituição.

O SINTPq apoia a Greve Geral e convida todos os trabalhadores que atuam em pesquisa, ciência, tecnologia e inovação a apoiarem o movimento no dia 14 de junho, participando das manifestações, conversando com seus colegas e fortalecendo as ações nas redes sociais.

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