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Eleições do SINTPq chegam ao fim e definem gestão 2018/2021

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O SINTPq encerrou na quinta-feira, dia 14, mais um processo eleitoral. Ao todo, 423 profissionais sindicalizados, de 22 empresas diferentes, registraram seu voto, sendo 421 na chapa "Renovação e Luta" e dois votos brancos. Uma comissão eleitoral, deliberada em assembleia no dia 10 de abril, acompanhou todo o processo e realizou a apuração do resultado.

A votação teve três dias de duração (12, 13 e 14 de junho) e confirmou a chapa “Renovação e Luta” na direção do sindicato até 2021. O grupo é formado por 20 trabalhadores e trabalhadoras de nove empresas diferentes, sendo que nove deles são estreantes na diretoria do SINTPq.

O novo presidente será José Paulo Porsani, trabalhador do CPqD e um dos fundadores do sindicato. Segundo ele, os principais compromissos da gestão serão combater os retrocessos da “reforma” trabalhista, dialogar com setores que defendem o desenvolvimento da ciência nacional, representar os terceirizados e lutar contra a precarização da CLT.

A posse da gestão 2018/2021 acontece no dia 27 de julho. Conheça abaixo os trabalhadores e trabalhadores que formarão a próxima diretoria do SINTPq.

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Eleições do SINTPq acontecem nos dias 12, 13 e 14 de junho

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Nos dias 12, 13 e 14 de junho, o SINTPq passa por mais uma eleição para definir sua próxima gestão. Esse processo será marcado por uma significativa renovação da direção sindical, que terá nove integrantes novos.

No dia 28 de março, o prazo para inscrição de candidaturas foi encerrado com apenas um registro. A chapa inscrita, intitulada "Renovação e Luta", é composta por 20 trabalhadores e trabalhadoras de nove empresas diferentes. O candidato à presidência será José Paulo Porsani, profissional do CPqD e um dos fundadores do SINTPq.

"Um sindicato forte se faz com a presença dos trabalhadores e das trabalhadoras nas suas instâncias de decisão. Seguindo essa premissa, teremos diretores sindicais em várias empresas da base. Dessa forma, esperamos estreitar as relações com a categoria e garantir sua participação em todos os momentos", afirma Porsani ao avaliar os objetivos e desafios da gestão 2018/2021.

Uma assembleia para constituição da comissão eleitoral foi realizada no dia 10 de abril, na sede do sindicato. Essa comissão será responsável pelo andamento da eleição e contagem dos votos. Confira abaixo o calendário de votação nas empresas da base que possuem sindicalizados.

 

Nas últimas semanas, a chapa "Renovação e Luta" apresentou suas bandeiras e propostas à categoria:

  • • Defender a valorização do trabalho e lutar por aumentos reais nos salários;
  • • Ampliar o diálogo com setores que defendem o desenvolvimento da ciência e tecnologia nacional;
  • • Ampliar a comunicação com a categoria, utilizando novos canais e recursos digitais;
  • • Lutar pela valorização das aposentadorias e contra a reforma da previdência;
  • • Lutar por um país justo e democrático;
  • • Defender a equidade, seja ela de gênero, étnica ou de classe social, combatendo todo tipo de discriminação no ambiente de trabalho;
  • • Representar os terceirizados e lutar contra a precarização da CLT;
  • • Lutar pela valorização dos institutos e fundações públicas de pesquisa;
  • • Ampliar a participação da juventude no movimento sindical.

Conheça os 20 trabalhadores e trabalhadoras de empresas da base que concorrem à direção do SINTPq.

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CPqD: Após retrocesso no plano médico, SINTPq prepara ação em defesa dos sindicalizados

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Recentemente, a direção do CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) impôs aos seus funcionários uma coparticipação de 30% sobre os custos de exames e atendimentos médicos. Após assembleia com seus associados, realizada no dia 24 de abril, o SINTPq definiu ações para protegê-los desse grande retrocesso.

Inicialmente, será aberta nova negociação com o CPqD para evitar os prejuízos da coparticipação. Caso não haja acordo, o sindicato está autorizado a buscar a Justiça do Trabalho e representar seus sócios em uma ação coletiva.

O contrato do CPqD com a Unimed tem mais de 30 anos e a coparticipação nunca foi aplicada ou cogitada nesse período. Além disso, para a maioria dos funcionários sempre foi exigida a participação financeira por meio da TPPM (Tabela Percentual de Participação Mútua), sendo que os reajustes dessa contribuição nunca foram discutidos com os empregados.

Dessa forma, a assembleia entendeu como inaceitável a recente alteração no benefício, deixando claro que a crise financeira do CPqD não pode ser resolvida com o estrangulamento financeiro de seus funcionários.

Com a "reforma" trabalhista e a nova realidade sindical, o SINTPq, mais do que nunca, priorizará seus associados, pois são eles que garantem o funcionamento da instituição e sua representatividade perante a categoria. Dessa forma, os sindicalizados serão os beneficiários das futuras ações judiciais ou de medidas do sindicato relacionadas a problemas ocorridos fora das campanhas salariais.

Amparadas pela nova lei, diversas empresas da base estão atacando benefícios e impondo graves retrocessos aos empregados. Se você ainda não é sindicalizado, reflita sobre essa situação e torne-se mais um aliado do SINTPq na luta por melhores condições de trabalho.

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Juízes contrariam reforma e exigem homologação no sindicato

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O fim da obrigatoriedade das homologações no sindicato, determinado pela “reforma” trabalhista, tem causado muitos transtornos na base do SINTPq e no mercado de trabalho em geral. A mudança permite que as empresas dispensem funcionários sem a devida fiscalização das verbas rescisórias, deixando-os desamparados e vulneráveis a grandes prejuízos.

Contrariando a “reforma”, a Justiça do Trabalho começou a intervir nesta questão. Um exemplo aconteceu em abril deste ano, quando o juiz Gilvandro de Lelis Oliveira, da 4ª Vara do Trabalho de Ribeirão Preto (SP), vetou desligamentos na Companhia de Desenvolvimento Econômico de Ribeirão Preto (Coderp-RP) sem a realização de homologação pelo sindicato da categoria.

A decisão é liminar e prevê multa de R$ 1.000,00 para cada rescisão sem aval do sindicato. O juiz argumenta que os trabalhadores “poderão eventualmente sofrer prejuízos pela falta de assistência nas rescisões contratuais”.

A Convenção Coletiva de Trabalho da categoria já previa em sua cláusula 27 a realização das homologações pelo sindicato. Isso foi uma das bases da decisão do magistrado, que determinou o cumprimento da convenção.

Em março, uma decisão da 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou nulo o pedido de demissão de uma trabalhadora por não haver homologação no respectivo sindicato. Na reclamação trabalhista em questão, uma vendedora disse que foi coagida a pedir demissão após retornar da licença-maternidade “e sofrer intensa perseguição pela empresa”.

Em suas últimas campanhas salariais, o SINTPq vem buscado garantir a todos os trabalhadores a opção de homologar no sindicato. Essa garantia tem sido pleiteada por meio de cláusulas nos acordos coletivos de cada empresa. Nas próximas campanhas salariais deste ano, com data-base em agosto e novembro, o SINTPq incluirá esse item em todas as pautas de reivindicações.

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Eleições 2018: Direção do SINTPq será renovada em 45%

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Neste ano, o SINTPq passa por mais uma eleição para definir sua próxima gestão. Esse processo será marcado por uma significativa renovação da direção sindical, que terá nove integrantes novos.

No dia 28 de março, o prazo para registro de candidaturas foi encerrado com apenas uma inscrição. A chapa inscrita é composta por 20 trabalhadores e trabalhadoras de nove empresas diferentes. O candidato à presidência será José Paulo Porsani, profissional do CPqD e um dos fundadores do SINTPq.

Uma assembleia para constituição da comissão eleitoral foi realizada no dia 10 de abril, às 17h30, na sede do sindicato. Essa comissão será responsável pelo andamento da eleição e contagem dos votos. O processo eleitoral ocorrerá nos dias 12, 13 e 14 de junho.

Confira os 20 trabalhadores e trabalhadoras de empresas da base que concorrem à direção do SINTPq.

Alex Sander Zok

Amazul

Celso Luis Lacroux

CPqD

Cleber Cordovil

Amazul

Edson Takeshi Nakamura

NXP

Ellen Cristina Borges de Brito

CPqD

Fábio Roberto Zambello

CNPEM

José Paulo Porsani

CPqD

Katiucia Zanella

FACTI

Leandro Rodrigues de Oliveira

FIPT

Luciano Sumiyoshi

Venturus

Luiz Otavio Duarte

FACTI

Márcio Martins da Silva

CPqD

Maria Felomena Cássia de Jesus dos Santos

CPqD

Nilson Bueno de Oliveira

CPqD

Priscila Leal

IPT

Rafael Augusto de A. Barreto

Amazul

Régis Norberto Carvalho

IPT

Silvio Aparecido Spinella

CPqD

Valdeci Tonin

Oxitec

Vanessa da Silva R. Mendes Cirilo

Amazul

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

De acordo com as disposições estatutárias, o presidente do SINTPq, convoca todos os trabalhadores e trabalhadoras de sua base de representação (Americana, Amparo, Araras, Arthur Nogueira, Atibaia, Bragança Paulista, Campinas, Casa Branca, Cosmópolis, Espírito Santo do Pinhal, Indaiatuba, Iperó, Itapira, Itatiba, Jaguariúna, Jundiaí, Leme, Limeira, Mococa, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Piracicaba, Pirassununga, Rio Claro, Santa Bárbara D’Oeste, Santo Antônio de Posse, São João da Boa Vista, São José do Rio Pardo, São Paulo, São Roque, Sorocaba, Sumaré, Valinhos e Vinhedo) para:

1) Assembleia Geral Extraordinária para Eleição da Comissão Eleitoral, a realizar-se no dia 10 de abril de 2018 às 17h30 em primeira convocação e às 18h00 em segunda convocação com qualquer número de presentes, na sede do SINTPq em Campinas.

Régis Norberto Carvalho
Presidente SINTPq

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SINTPq realiza pesquisa sobre equidade de gênero nas empresas

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Em março de 2017, para celebrar o mês da mulher, o SINTPq realizou uma pesquisa de opinião com as trabalhadoras da base. O objetivo foi conhecer um pouco do ambiente de trabalho dessas mulheres e identificar possíveis discriminações de tratamento em relação ao gênero. A participação e os resultados obtidos na época foram muito positivos e resultaram na criação de uma cláusula de equidade de gênero, posteriormente inclusa nos Acordos Coletivos de Trabalho. Neste ano, o SINTPq deseja aprofundar esse debate realizando uma pesquisa mais completa. Acesse o link abaixo, responda as perguntas e ajude o Sindicato a pautar suas próximas lutas por melhores condições de trabalho.

PESQUISA DE OPINIÃO

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SINTPq participa de dia nacional de luta contra a "reforma" da previdência

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Na segunda-feira, 19 de fevereiro, trabalhadores e trabalhadoras de todo Brasil promovem um dia de luta contra a "reforma" da previdência. O SINTPq não ficou de fora e nas primeiras horas do dia participou de assembleia e paralisação promovida nas obras do Sirius, maior projeto da ciência brasileira, em Campinas. A mobilização foi promovida pelo Sindicato da Construção Civil, que dialogou sobre os retrocessos da "reforma" com os profissionais envolvidos na obra. Na Replan, refinaria da Petrobras localizada em Paulínia-SP, os petroleiros também paralisaram as atividades e realizaram protesto.

Ao final do dia, os diretores do SINTPq, Márcio Martins, José Paulo Porsani, Filó Santos e Celso Lacroux, participaram de manifestação no Largo do Rosário, no centro de Campinas. O ato teve início às 17h e reuniu mais de mil pessoas, que seguiram pelas ruas do centro até a prefeitura municipal.

Na capital paulista, os movimentos fecharam trechos das rodovias Régis Bittencourt, no Km 274, e Dutra, no Km 214. Metroviários distribuíram materiais em defesa da aposentadoria nas estações Jabaquara, Itaquera, Brás, Barra Funda, Luz, Tamanduateí e Capão Redondo. No final da tarde, todos os participantes das manifestações promoveram um ato unificado na Avenida Paulista.

Em São Bernardo do Campo, ocorreu desde a madrugada até as primeiras horas da manhã passeata chamada pela Frente Brasil Popular, saindo da frente do Sindicato da Construção Civil. Também no ABC, motoristas de Santo André e Diadema bloquearam diversos terminais. Pistas de trólebus e vias das cidades amanheceram ocupadas pelos trabalhadores.

Em Guarulhos, na grande São Paulo, houve paralisação dos motoristas de ônibus das linhas municipais e intermunicipais, em empresas como Vila Galvão, Real Transportes, Viação Arujá e Viação Campo dos Ouros.

Com povo na rua, Congresso recua

O presidente do Congresso Nacional, Eunício Oliveira (MDB-CE), determinou nesta segunda-feira (19) a suspensão da tramitação de todas as propostas de emenda à Constituição (PEC) enquanto vigorar o decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, previsto até dezembro. A suspensão atinge mais de 190 propostas em andamento na Casa, entre elas a reforma da Previdência, que só pode ser feita por meio de uma PEC.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, a decisão do presidente do Congresso é resultado da luta, da garra de trabalhadores e trabalhadoras, que fizeram o enfrentamento, disputaram a narrativa deixando claro que a proposta de Temer não é reforma é desmonte da Previdência pública.

Limpeza Florianópolis
Paralisados, trabalhadores da limpeza urbana realizam assembleia em Florianópolis 

 

bancários pa
Bancários fecharam matrizes do Banpará e do Banco da Amazônia em Belém 

 

fortaleza
Samba da Unidos do Tuiuti anima manifestantes em Fortaleza 

 

Havan
Protesto em frente à sede da Havan em Santa Catarina denúncia dívida à Previdência 

 

Esquina Democrática
Manifestantes na Esquina Democrática, em Porto Alegre 

com informações e redação de Rede Brasil Atual e CUT

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Trabalhadores do ABC e SP decretam greve no dia 19 contra “reforma” da previdência

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Profissionais de diferentes categorias estão decretando greve no dia 19 contra a “reforma” da previdência. Em São Paulo e no ABC paulista, motoristas e metalúrgicos já anunciaram a paralisação.

Na quarta-feira (7), várias outras categorias regionais, parlamentares municipais, estaduais e federais, movimentos sociais e populares estiveram presentes na assembleia popular dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo, que deflagrou a greve para barrar a proposta de “reforma”, prevista para ser votada entre os dias 20 e 28, como anunciou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“É greve dia 19! Se a gente não fizer luta em cada canto desse pais eles vão aprovar a reforma da previdência, que não só acaba com a aposentadoria, mas também desampara os trabalhadores e trabalhadoras nos casos de acidente de trabalho”, destacou o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre.

Ele anunciou o resultado da assembleia dos trabalhadores em transportes de São Paulo, que no mesmo dia aprovaram a greve. “Em cada canto desse país acontecem assembleias de várias categorias para também deflagrar greve! ”

Nobre também informou o resultado da reunião que a CUT e demais centrais tiveram com o deputado Rodrigo Maia nesta quarta (7) para pedir a retirada da proposta da reforma da Previdência da pauta do Congresso Nacional e alertou: “o recado do governo foi bem claro: quando tiverem os 308 votos necessários para aprovar a proposta da ‘deforma' da Previdência vai ser votada e aprovada. Estão ameaçando tirar recursos federais de prefeitos, governadores e vereadores caso não pressionem os deputados para aprovar a reforma”, denunciou.

Governo mexe novamente no texto para forçar a aprovação

No desespero para votar a reforma da Previdência, o relator da proposta, deputado Artur Oliveira Maia (PPS-BA), foi curto e grosso ao apresentar aos jornalistas, na quarta-feira (7) as mudanças de alguns itens no texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, que restringe o acesso à aposentadoria.

Segundo ele, três trechos serão modificados, referentes a trabalhadores rurais, dependentes de policiais mortos em serviço e pessoas contempladas com o Benefício de Prestação Continuada (BCP). Mas o parlamentar deixou claro que outras alterações não estão descartadas e poderão ser feitas durante discussão e possível votação a matéria no plenário da Câmara, “contanto que o recuo do governo resulte em votos favoráveis para a aprovação da proposta”.

Com informações de Central Única dos Trabalhadores
Foto: Roberto Parizotti/CUT

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SINTPq suspende atividades às 16h nesta sexta-feira, dia 19

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Nesta sexta-feira, dia 19, o SINTPq realiza um processo de dedetização em sua sede, na cidade de Campinas. Em função desse procedimento, as atividades do Sindicato serão paralisadas às 16h. O SINTPq retorna ao seu funcionamento normal na segunda-feira, às 8h.

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SINTPq retoma campanhas salariais em andamento

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Nos primeiros dias do ano, o SINTPq deu prosseguimento às campanhas salariais com data-base em novembro, que não foram concluídas em 2017, e iniciou negociações nas empresas com data-base em janeiro. 

A primeira campanha salarial encerrada em 2018 foi a da Monsanto. No dia 25 de janeiro, os funcionários aprovaram a contraproposta da empresa e encerraram a campanha salarial 2017/18. O novo Acordo Coletivo estabelece reajuste de 2,5% para salários até R$ 8.050,00 e de 1,83%, percentual do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), para remunerações acima desse valor.

Na Cargill, os profissionais recusaram as condições oferecidas pela empresa para o Acordo Coletivo de Trabalho, em assembleia no dia 11 de janeiro. Em relação aos salários, a contraproposta apresentada garantia apenas o reajuste pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), percentual correspondente a 1,83% e abaixo do obtido em todas as campanhas salariais com data-base em novembro.

Após discutirem os itens da proposta, os presentes deliberaram pela recusa das condições oferecidas e definiram as prioridades para a próxima rodada de negociação, sendo elas:

  • • Reajuste de 3% para todos os salários;
  • • Reajuste do Auxílio Alimentação para o valor de R$ 180,00.

Data-base de janeiro

No dia 26 de janeiro, os profissionais da Oxitec rejeitaram a contraproposta da empresa para a campanha salarial 2018. Na visão dos profissionais presentes, as propostas de correção salarial, reajuste no Vale Alimentação e no piso salarial deixaram a desejar. Em função disso, foram definidas as seguintes reivindicações prioritárias para a próxima rodada negocial:

  • • Reajuste salarial pelo IPCA + 3% de aumento real;
  • • Aumento do Vale Alimentação para R$ 200,00;
  • • Mudança do convênio médico e odontológico para a Unimed, com possibilidade de incluir dependentes;
  • • Reajuste do piso salarial para R$ 1.800,00.

O Sindicato comunicou a Oxitec sobre o resultado da assembleia e solicitou nova reunião negocial. Havendo retorno da empresa, os trabalhadores e trabalhadoras serão informados.

Na Amazul, em assembleias nos dias 30 e 31 de janeiro, realizadas nas unidades de São Paulo e Iperó, os profissionais da Amazul rejeitaram a contraproposta aviltante imposta pelo do Ministério do Planejamento para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e decretaram estado de greve.

Ao deliberarem estado de greve, os funcionários definiram um prazo para a Amazul obter outra contraproposta junto aos órgãos governamentais que respeite e valorize os trabalhadores. A direção da empresa terá até o primeiro dia útil de março para apresentar novas condições para o ACT 2018.

Caso nenhuma proposta digna de apreciação em assembleia seja apresentada no período determinado, os trabalhadores e trabalhadoras da Amazul poderão paralisar suas atividades por tempo indeterminado.

Confira os resultados das campanhas salariais já concluídas:

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