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Banda Larga em praças de pequenas cidades se torna cada vez mais comum

Não faz muito tempo, era comum em pequenas cidades do interior, uma das grandes realizações de Prefeituras humildes ser a instalação de um aparelho de televisão em praça pública recebendo sinal de antena parabólica. Especialmente em horários noturnos, durante telejornais e novelas, grupos de pessoas rumavam para as praças a fim de assistir seus programas de maneira coletiva e socializar.

É verdade que em locais remotos e distritos afastados de aglomerados urbanos ainda ocorre isso. Porém, muito mais frequente agora, é o interesse da população em estar nestas praças quando as mesmas estão conectadas a internet. É a forma das pessoas terem acesso ao wi-fi, navegarem na web, entrarem em suas redes sociais, verem as notícias, ouvirem música e assistirem vídeos.

Ao contrário da TV, com um único programa visto por todos ao mesmo tempo e unilateralmente, a banda larga proporciona opções individuais, um “zapping” instantâneo em seus interesses e interações. É a liberdade de escolha.

Muitas vezes, estudantes também procuram acomodações nos bancos das praças para fazerem seus trabalhos de aula e assim poderem pesquisar de graça ou suprirem a ausência de uma biblioteca local. As praças prosseguem assim sendo espaço procurado por todos. E mais ainda pelos jovens, cada um com seu aparelho de celular ou levando seu laptop. A praça então continua sendo do povo, especialmente da “tribo dos conectados”.

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