Plano de Saúde: Funcionários do IPT sofrem com ameaças de aumento e fim do benefício

20/03/2017

Dia 31 de maio termina o contrato com a Caixa Seguradora, atual operadora do Plano de Saúde do IPT, e o tema tem dominado as conversas dentro e fora do Instituto.

A preocupação de chegar ao mês de junho sem um Plano de Saúde, ou mesmo com reajustes abusivos, tem tirado o sono de IPTeanas e IPTeanos, sejam ativos ou inativos. Cerca de 300 ex-funcionários com direito adquirido permanecem no plano e já receberam o boleto deste mês com reajuste de 150%.

Nenhum benefício a menos, nenhum direito a menos!
Quando o IPT impôs o fim do plano de auto-gestão (IPT SAÚDE), assegurou que não faria nenhuma economia com o benefício, que a carteira de beneficiários se somariam na massa da operadora contratada e que os funcionários não correriam riscos, fossem eles da inviabilidade do plano ou fossem eles de aumentos abusivos. O que de fato aconteceu de lá para cá foi exatamente a concretização destas duas ameaças.

Os trabalhadores têm absorvido reajustes nas mensalidades muito acima das recomposições salariais a cada 12 meses e, em todo final de contrato, passam pela incerteza de renovação.

O assunto é extremamente delicado e requer uma reflexão profunda de todos e todas. Por isso, a assembleia do dia 21 de março também discutirá a situação do Plano de Saúde.

Os IPTeanos devem lembrar sempre que o funcionário ativo de hoje será o inativo de amanhã e precisará pagar a integralidade do plano para continuar com acesso ao serviço.

CPqD também sofreu reajuste abusivo
Com o índice de sinistralidade parecido com o IPT (cerca de 118%), o CPqD fechou negociação com seu Plano de Saúde com reajuste de 25,34%. Confira detalhes da situação no link.

Enquanto isso no IPT, a informação até o momento é que o Instituto já enviou proposta de reajuste de 50% para a Caixa Seguradora para os três últimos meses do contrato.

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