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SINTPq retoma campanhas salariais em andamento

Nos primeiros dias do ano, o SINTPq deu prosseguimento às campanhas salariais com data-base em novembro, que não foram concluídas em 2017, e iniciou negociações nas empresas com data-base em janeiro. 

A primeira campanha salarial encerrada em 2018 foi a da Monsanto. No dia 25 de janeiro, os funcionários aprovaram a contraproposta da empresa e encerraram a campanha salarial 2017/18. O novo Acordo Coletivo estabelece reajuste de 2,5% para salários até R$ 8.050,00 e de 1,83%, percentual do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), para remunerações acima desse valor.

Na Cargill, os profissionais recusaram as condições oferecidas pela empresa para o Acordo Coletivo de Trabalho, em assembleia no dia 11 de janeiro. Em relação aos salários, a contraproposta apresentada garantia apenas o reajuste pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), percentual correspondente a 1,83% e abaixo do obtido em todas as campanhas salariais com data-base em novembro.

Após discutirem os itens da proposta, os presentes deliberaram pela recusa das condições oferecidas e definiram as prioridades para a próxima rodada de negociação, sendo elas:

  • • Reajuste de 3% para todos os salários;
  • • Reajuste do Auxílio Alimentação para o valor de R$ 180,00.

Data-base de janeiro

No dia 26 de janeiro, os profissionais da Oxitec rejeitaram a contraproposta da empresa para a campanha salarial 2018. Na visão dos profissionais presentes, as propostas de correção salarial, reajuste no Vale Alimentação e no piso salarial deixaram a desejar. Em função disso, foram definidas as seguintes reivindicações prioritárias para a próxima rodada negocial:

  • • Reajuste salarial pelo IPCA + 3% de aumento real;
  • • Aumento do Vale Alimentação para R$ 200,00;
  • • Mudança do convênio médico e odontológico para a Unimed, com possibilidade de incluir dependentes;
  • • Reajuste do piso salarial para R$ 1.800,00.

O Sindicato comunicou a Oxitec sobre o resultado da assembleia e solicitou nova reunião negocial. Havendo retorno da empresa, os trabalhadores e trabalhadoras serão informados.

Na Amazul, em assembleias nos dias 30 e 31 de janeiro, realizadas nas unidades de São Paulo e Iperó, os profissionais da Amazul rejeitaram a contraproposta aviltante imposta pelo do Ministério do Planejamento para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e decretaram estado de greve.

Ao deliberarem estado de greve, os funcionários definiram um prazo para a Amazul obter outra contraproposta junto aos órgãos governamentais que respeite e valorize os trabalhadores. A direção da empresa terá até o primeiro dia útil de março para apresentar novas condições para o ACT 2018.

Caso nenhuma proposta digna de apreciação em assembleia seja apresentada no período determinado, os trabalhadores e trabalhadoras da Amazul poderão paralisar suas atividades por tempo indeterminado.

Confira os resultados das campanhas salariais já concluídas:

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